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Exclusivo Renascença

Rangel "não dá demasiada importância" a redução dos EUA na NATO

21 jan, 2026 - 10:30 • Pedro Mesquita , João Malheiro

O governante acredita que "tudo será devidamente negociado" e defende que, neste momento, "é mais importante manter os canais de diálogo" do que "fazer escaladas retóricas".

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Paulo Rangel comenta redução de tropas norte-americanas na Europa
Ouça as declarações de Paulo Rangel

O ministro dos Negócios Estrangeiros "não dá demasiada importância" às notícias de que a Casa Branca pretende reduzir 200 posições nos Centros de comando da NATO na Europa, incluindo a STRIKEFORNATO com sede em Portugal.

À Renascença, em Estrasburgo, Paulo Rangel admite que pode haver mudanças na "presença efetiva" de tropas norte-americanas na Europa, mas rejeita que isso se trate de uma nova forma de chantagem por parte de Donald Trump.

"Há um redesenhar do papel dos países europeus na NATO, aumentando a sua importância. Obviamente, pode avaliar a presença dos EUA", considera.

O governante acredita que "tudo será devidamente negociado" e defende que, neste momento, "é mais importante manter os canais de diálogo" do que "fazer escaladas retóricas".

"Temos uma velha relação com os EUA e estou seguro que podemos conversar através dos canais próprios e encontrar soluções em que todos se sintam confortáveis", sublinha, ainda, Rangel.

De acordo com a imprensa dos Estados Unidos, a administração Trump quer cortar no pessoal militar responsável pelo planeamento de operações e pelos serviços de inteligência da Aliança.

Nomeadamente o Centro de Informações, com sede no Reino Unido; o comando das forças de operações especiais, sediado em Bruxelas e o Strike for NATO, com sede em Oeiras, responsável pela supervisão das operações marítimas.

São alguns exemplos de organismos que deverão sofrer cortes por parte da administração Trump. A decisão já será do conhecimento de vários estados-membros da Aliança Atlântica.

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  • Oficiais Europeus
    21 jan, 2026 Substituem-nos com vantagem 10:59
    Este Rangel pertence ao grupo dos "acobardados beija-*us" e para ele, tudo a favor de Trump nem que seja estar de joelhos a ser humilhado, em lugar da Europa e Portugal tomarem os destinos nas mãos e não digo, repudiarem os EUA, mas começarem a pedalar na sua própria bicicleta em lugar de esperarem por boleias de Trump. Esses 200 camones serão substituídos por oficiais europeus tão ou mais competentes que eles, e o impacto será nenhum. Vendo bem, em caso de verdadeiro problema, os camones por cá, saltam para barcos e aviões e regressam à terra deles. Os Europeus são quem fica para lutar.

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