Ouvir
  • Noticiário das 20h
  • 15 jun, 2026
A+ / A-

Governo interino

Venezuela libertou pelo menos 444 presos políticos no último mês

16 fev, 2026 - 13:46 • Lusa

Há uma semana, Juan Pablo Guanipa, próximo de Corina Machado, e Perkins Rocha, conselheiro jurídico da maior coligação da oposição, foram libertados.

A+ / A-

A organização não governamental (ONG) Foro Penal, que lidera a defesa jurídica dos presos políticos na Venezuela, disse que verificou 444 libertações no último mês, desde que o Governo interino anunciou um processo de libertação.

O presidente da organização, Alfredo Romero, indicou na rede social X que este número inclui as libertações ocorridas entre 8 de janeiro e as 21h30 de domingo (01h00 desta segunda-feira em Lisboa).

Há uma semana, Juan Pablo Guanipa, próximo da Prémio Nobel da Paz María Corina Machado, e Perkins Rocha, conselheiro jurídico da maior coligação da oposição, foram libertados da prisão juntamente com um grupo de outros ativistas políticos.

Na segunda-feira, a Foro Penal disse que 644 pessoas permaneciam detidas na Venezuela por motivos políticos, incluindo 564 homens e 80 mulheres. Dentro deste grupo, 459 são civis e 185 militares, e apenas um deles é menor de idade. Entre os presos políticos, há 55 estrangeiros ou com dupla nacionalidade.

Ouvir
  • Noticiário das 20h
  • 15 jun, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • S
    16 fev, 2026 Almada 14:25
    Seria interessante um jornalista pedir um comentário sobre a esta libertação. O PCP não reconhece a existência de "presos políticos" na Venezuela no sentido utilizado pelas organizações internacionais de direitos humanos ou pela oposição venezuelana. Para o partido: As detenções de figuras da oposição são frequentemente descritas como medidas judiciais legítimas contra indivíduos envolvidos em "atos de desestabilização",

Vídeos em destaque