União Europeia manifesta “profunda preocupação” com evolução da situação no Irão
02 mar, 2026 - 11:19 • Olímpia Mairos
Bruxelas apela à contenção, à proteção dos civis e à salvaguarda da segurança nuclear, garantindo apoio aos cidadãos europeus na região.
A União Europeia manifestou esta segunda-feira “profunda preocupação” com os recentes acontecimentos no Irão, sublinhando o seu compromisso com a segurança e a estabilidade regionais. A posição surge numa declaração conjunta da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do presidente do Conselho Europeu, António Costa.
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No texto divulgado, os dois responsáveis europeus afirmam que a União Europeia está “em permanente contacto com os seus parceiros regionais”, acompanhando de perto a evolução da situação. “Reiteramos o nosso firme compromisso com a salvaguarda da segurança e da estabilidade regionais”, sublinham.
A declaração destaca ainda a importância crucial da segurança nuclear, alertando para os riscos de uma escalada do conflito. “É de importância crucial salvaguardar a segurança nuclear e evitar quaisquer ações que possam agravar as tensões ou comprometer o regime internacional de não proliferação”, afirmam von der Leyen e Costa.
Os líderes europeus recordam que a União Europeia adotou sanções abrangentes em resposta às ações do regime iraniano e da sua Guarda Revolucionária, classificadas no comunicado como “mortíferas”. Em paralelo, a UE tem promovido esforços diplomáticos consistentes para abordar os programas nuclear e balístico do Irão, defendendo uma solução negociada.
A proteção dos cidadãos europeus na região é outra das prioridades destacadas. “Em estreita articulação com os Estados-Membros, tomaremos todas as medidas necessárias para assegurar que os cidadãos da União na região possam contar com o nosso pleno apoio”, garantem.
A declaração termina com um apelo à contenção, dirigido a todas as partes envolvidas no conflito. “Apelamos a todas as partes para que atuem com a máxima contenção, protejam os civis e respeitem integralmente o direito internacional”, concluem os responsáveis europeus.
- Noticiário das 3h
- 11 mai, 2026








