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​Guerra no Médio Oriente

NATO neutraliza míssil iraniano a caminho da Turquia

04 mar, 2026 - 21:33 • Ricardo Vieira, com Reuters

As autoridades de Ancara sublinham que esta é a primeira vez que o país membro da Aliança Atlântica se vê envolvido no conflito no Médio Oriente.

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A Turquia anunciou que as defesas aéreas da NATO destruíram, esta quarta-feira, um míssil balístico iraniano que se dirigia para espaço aéreo turco.

As autoridades de Ancara sublinham que esta é a primeira vez que o país membro da Aliança Atlântica se vê envolvido no conflito no Médio Oriente.

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A Turquia — vizinha do Irão e que tinha procurado mediar conversações entre Washington e Teerão antes dos bombardeamentos no fim de semana — apelou a “todas as partes para que se abstenham de ações que conduzam a uma nova escalada”, sugerindo que não se preparava para solicitar à NATO apoio de defesa transatlântica.

Ainda assim, Ancara poderá invocar o Artigo 4.º da NATO após a violação do seu espaço aéreo, caso considere a ameaça suficientemente grave, um passo que poderá abrir caminho à ativação do Artigo 5.º, que obriga os Estados-membros a prestarem defesa coletiva.

A NATO condenou o ataque iraniano contra a Turquia, que dispõe do segundo maior exército da Aliança Atlântica, e afirmou manter-se firmemente ao lado de todos os aliados.

O destino do míssil não era claro, mas os Estados Unidos têm uma base aérea em Incirlik, no sul da Turquia.

O Governo de Ancara garante que as forças armadas norte-americanas não utilizaram Incirlik na Operação “Fúria Épica”, lançada no sábado, 28 de fevereiro.

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  • Pouco
    05 mar, 2026 Ou Nada 10:44
    Nós só estamos a salvo pela distância geográfica, pois nenhum dos misseis deles tem alcance para chegar cá. Caso contrário, teríamos de destacar 2 a 4 F-16 para as Lajes, assim como uma fragata, e mesmo assim com uma possibilidade de interseção de 20%. Nem os misseis dos F-16, ou os Sea-Sparrow das fragatas portuguesas têm capacidades para além da defesa própria e muito dificilmente intersetariam qualquer balístico. Ou seja, o Irão que "continue lá longe" ou os nossos aliados que estejam bem atentos, que nós... Pouco ou Nada temos!

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