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Milhares de manifestantes em Londres contra guerra dos EUA e de Israel contra Irão

07 mar, 2026 - 22:43 • Lusa

“Parem as guerras de Trump”, “Parem a guerra contra o Irão”, “Parem de armar Israel” ou “Não à guerra contra o Irão” foram alguns dos slogans dos cartazes exigidos por alguns dos mais de cinco mil manifestantes, segundo estimativas da polícia citada pela Europa Press.

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Milhares de pessoas manifestaram-se este sábado em Londres para exigir o fim da ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, marchando até a embaixada americana no centro da capital britânica.

“Somos o povo. Não nos vão calar. Parem os bombardeios agora, agora, agora, agora”, foram algumas das palavras de ordem ouvidas nas ruas londrinas, que se encheram com bandeiras iranianas e palestinianas e com retratos do 'ayatollah' Ali Khamenei.

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“Parem as guerras de Trump”, “Parem a guerra contra o Irão”, “Parem de armar Israel” ou “Não à guerra contra o Irão” foram alguns dos slogans dos cartazes exigidos por alguns dos mais de cinco mil manifestantes, segundo estimativas da polícia citada pela Europa Press.

Entretanto, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que o Reino Unido estaria a “considerar seriamente” enviar dois porta-aviões para o Médio Oriente.

O líder republicano revelou a intenção na sua rede social, Truth Social, acrescentando que os Estados Unidos já não “precisam” deles: “Não precisamos de pessoas que se juntem às guerras depois de já as termos vencido!”, disse citado pela agência de noticias espanhola EFE.

O Ministério da Defesa do Reino Unido indicou este sábado que as Forças Armadas americanas começaram a usar bases militares britânicas para conduzir “operações defensivas” contra Teerão.

"Os Estados Unidos começaram a usar bases britânicas para operações defensivas específicas, a fim de impedir que o Irão lance mísseis na região, o que coloca em risco vidas britânicas", revelou o Ministério da Defesa, na rede social X (ex-Twitter).

O aval de Londres para que os Estados Unidos utilizem algumas das suas bases militares, incluindo Fairford e Diego Garcia (no Oceano Índico) para realizar ataques contra o Irão, surge depois de o Governo britânico ter sido criticado pelo Presidente dos Estados Unidos por se recusar a permitir o uso dessas bases para os ataques iniciais conjuntos de Washington e Telavive contra o Irão.

“O que eu não estava preparado para fazer era levar o Reino Unido à guerra sem uma base legal e sem um plano viável e bem elaborado”, defendeu-se o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, na quarta-feira.

O Reino Unido, cuja base militar no Chipre foi atingida durante a madrugada de domingo para segunda-feira por um drone de produção iraniana, anunciou na quinta-feira o envio de caças adicionais e outros recursos militares, principalmente para reforçar suas defesas aéreas naquela ilha.

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  • Comiciozinho
    08 mar, 2026 dos anti-américa 11:18
    Por cá, parece que também houve uma vintena de parvos bloquistas a manifestarem-se nos Açores com uma tal de Laura Alves - nenhum parentesco com a atriz falecida - sempre de megafone na bocarra a repetir os costumeiros chavões anti-americanos e ainda com o desplante de dizer que também "condena" o Irão... Tem piada, não me lembro do BE ter organizado "flotilhas", marchas, petições, manifs, enquanto milhares de Iranianos eram massacrados na Rua apenas porque se manifestavam, ou por o governo Iraniano promover o Terrorismo internacional. Aí estiveram calados que nem ratos. Por estas e outras razões, levaram um "capote" em eleições. E pergunto-me é porque é que um partidozeco insignificante como o BE, tem tanto tempo de antena na TV - a "Laurinha" teve direito a quase 5 minutos de notícia na TV, para fazer o seu comíciozinho...
  • Starmer
    07 mar, 2026 é um fraco 23:51
    O Reino Unido está inquinado de N organizações de islamitas radicais, aliados à esquerdalha dita "ecologista", e unidos no ódio ao Ocidente, e à destruição por dentro, do nosso estilo de vida. Não admira que hajam manifs contra os EUA e Israel - onde estavam estes calhordas quando os ai-a-tola fizeram fuzilar ou enforcar milhares de Iranianos, ou mataram gente por causa de um lenço, sem contar com os milhares de misseis que acumularam, eles que se dizem uma Nação de Paz, enquanto bombardeiam os Países vizinhos? Se Starmer fosse um Churchill ou uma Thatcher, esta corja nem se atrevia a sair à rua. Mas Starmer é ... Starmer. E assim sendo, estes gajos gozam

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