Ouvir
  • Noticiário das 5h
  • 13 mai, 2026
A+ / A-

Colapso da rede elétrica em Cuba deixa cerca de 10 milhões sem energia

16 mar, 2026 - 20:16 • Fábio Monteiro com Reuters

Bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos agravou a escassez de combustível e afetou ainda mais a capacidade de resposta do obsoleto sistema elétrico cubano.

A+ / A-

A rede elétrica nacional de Cuba colapsou esta segunda-feira, deixando cerca de 10 milhões de pessoas sem eletricidade, segundo o operador da rede, num novo episódio da crise energética que atinge o país.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui.

O operador UNE indicou nas redes sociais que está a investigar as causas do apagão. A falha surge depois de uma sucessão de cortes generalizados de energia, alguns com duração de horas ou dias, que durante o fim de semana motivaram um raro protesto violento no país.

"Não há água, nem luz, nem gás". Apagão em Cuba deixa às escuras milhões de pessoas
Veja o vídeo: "Não há água, nem luz, nem gás". Apagão em Cuba deixa às escuras milhões de pessoas

Segundo a informação disponível, o bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos agravou a escassez de combustível e afetou ainda mais a capacidade de resposta do sistema elétrico cubano, já descrito como antiquado e degradado.

A pressão de Washington sobre Havana intensificou-se este ano, depois da captura, em janeiro, do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, principal aliado externo de Cuba. O Presidente norte-americano, Donald Trump, interrompeu os envios de petróleo venezuelano para a ilha e ameaçou aplicar tarifas a países que vendam petróleo a Cuba.

As autoridades cubanas disseram na sexta-feira que iniciaram conversações com os Estados Unidos na esperança de aliviar a crise. Trump afirmou nas últimas semanas que Cuba está à beira do colapso e que procura alcançar um entendimento com Washington.

Tópicos
Ouvir
  • Noticiário das 5h
  • 13 mai, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque