Guerra na Ucrânia
Antigo general dos EUA perdeu documentos "secretos" em Kiev
18 mar, 2026 - 22:43 • Catarina Magalhães
Ex-oficial sofreu uma concussão após um "consumo excessivo de álcool" durante um jantar na Ucrânia, momentos antes de viajar para a Alemanha e perder os papéis assinalados como "SECRET" ("secreto", em português).
O antigo general do exército dos Estados Unidos da América (EUA), Antonio Aguto, perdeu mapas classificados e confidenciais num comboio que descreviam a guerra na Ucrânia, avançou uma entidade de supervisão do Pentágono.
Encarregado de supervisionar o apoio militar liderado pelos EUA de 2022 a 2024, o ex-oficial sofreu uma concussão após um "consumo excessivo de álcool" durante um jantar na Ucrânia, momentos antes de viajar para a Alemanha e perder os papéis assinalados como "SECRET" ("secreto", em português).
Antonio Aguto coordenava o treino militar de cerca de 300 ucranianos, indicou o jornal "Kyiv Independent" esta terça-feira.
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A 13 de maio de 2024, o antigo general deixou os documentos nas mãos de pessoal não-autorizado e não encaminhou a informação por correio diplomático, como exigido.
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Extraviados e deixados num comboio ucraniano, o relatório norte-americano sobre este caso denuncia ainda que os mapas estavam guardados de forma inadequada e pouco segura num tubo cilíndrico.
"Os documentos foram deixados no comboio, sem proteção, e posteriormente recuperados por cidadãos ucranianos."
Porém, os dados do responsável de treino de tropas ucranianas foram recuperados depois de terem sido dados como desaparecidos.
No mesmo relatório, o departamento da Defesa referiu que Aguto quebrou a conduta e compromisso militar.
O antigo general deixou o comando três meses depois do episódio, afastando-se das Forças Armadas.
- Noticiário das 14h
- 16 mai, 2026



![A 13 de maio de 2024, o antigo general deixou os documentos nas mãos de pessoal não-autorizado e não encaminhou a informação por correio diplomático, como exigido. Foto: Atef Safadi/EPA [arquivo] A 13 de maio de 2024, o antigo general deixou os documentos nas mãos de pessoal não-autorizado e não encaminhou a informação por correio diplomático, como exigido. Foto: Atef Safadi/EPA [arquivo]](https://images.rr.pt/46756736191922f03f3ddefaultlarge_1024.jpg)




