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Médio Oriente

"Continuaremos a esmagar o Irão": Israel destruiu 70% da produção de aço iraniano, diz Netanyahu

03 abr, 2026 - 18:08 • Lusa

"Nos últimos dias, a Força Aérea destruiu 70 % da capacidade de produção de aço do Irão. Trata-se de uma conquista tremenda", elogiou o primeiro-ministro israelita.

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Israel destruiu 70% da produção de aço iraniana, anunciou esta sexta-feira o Governo israelita, garantindo que vai continuar as operações contra o movimento xiita Hezbollah e o Irão, em coordenação com os Estados Unidos da América (EUA).

"Nos últimos dias, a Força Aérea destruiu 70 % da capacidade de produção de aço do Irão. Trata-se de uma conquista tremenda que priva a Guarda Revolucionária de recursos financeiros e da capacidade de produzir armamento", afirmou o primeiro-ministro israelita, numa mensagem de vídeo publicada nos seus canais.

No vídeo, gravado depois de uma avaliação militar na base principal da unidade dos serviços secretos do Exército israelita em Telavive, Benjamin Netanyahu acrescentou ter atacado, nos últimos dias, "pontes e infraestruturas" iranianas estratégicas em operações conjuntas com os EUA.

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"Em plena coordenação entre o Presidente Trump e eu, entre as Forças de Defesa de Israel e as Forças Armadas dos Estados Unidos, continuaremos a esmagar o Irão. Este regime está mais fraco do que nunca; Israel está mais forte do que nunca", afirmou.

No Líbano, o primeiro-ministro israelita indicou que o Exército vai continuar a "alargar a cintura de segurança" para "proteger as comunidades do norte" de Israel", que já controla a zona situada a sul do rio libanês Litani, o que representa aproximadamente 8% do território do país vizinho.

O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, anunciou que o Exército ia iniciar a demolição de habitações em aldeias do sul do Líbano, consideradas "postos avançados" do Hezbollah, apoiado pelo Irão.

O movimento xiita libanês enfrenta Israel desde 2 de março, em apoio a Teerão, no segundo conflito armado em apenas ano e meio.

Israel mantém uma intensa campanha de bombardeamentos principalmente contra o sul e o leste do Líbano, bem como nos arredores de Beirute, enquanto desenvolve uma invasão terrestre na região mais meridional do seu território.

O Ministério da Saúde libanês elevou para mais de 1.200 o número de mortos no país devido aos bombardeamentos israelitas, desde 2 de março.

O Irão não apresentou um balanço oficial de mortos desde a primeira semana da ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos, altura em que situaram o número em 1.230 vítimas mortais.

No entanto, a organização não-governamental (ONG) da oposição HRANA, com sede nos EUA, registou mais de 3.400 mortos, entre os quais mais de 1.500 civis.

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