Defesa
Depois da "humilhação", EUA vão retirar cinco mil tropas da Alemanha
01 mai, 2026 - 23:28 • Catarina Magalhães, com Reuters
O Pentágono avaliou os comentários do chanceler alemão sobre a forma como Washington está a lidar com os conflitos internacionais e disse que a recente retórica alemã foi "inapropriada e pouco útil".
Trump já tinha anunciado ter a Alemanha na mira. Os Estados Unidos da América (EUA) vão retirar cinco mil militares norte-americanos da Alemanha, de um total de 35 mil tropas – mais do que qualquer outro país da Europa , avançou esta sexta-feira o Pentágono.
Depois do chanceler alemão ter dito nesta semana que os EUA estão a ser humilhados pelo Irão, o chefe de Estado, Donald Trump, avançou com a ameaça ao país aliado da NATO, aprofundando a divisão entre os países devido à guerra no Irão.
Friedrich Merz deixou críticas na quinta-feira à maneira como Washington está a lidar com os conflitos internacionais, comparando a situação que se vive no Médio Oriente com a que já aconteceu no Afeganistão e no Iraque.
Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui
Em reação, o Pentágono avaliou os comentários e a retórica do chanceler alemão como "inapropriada e pouco útil", aprovando as ameaças do líder norte-americano.
Diplomacia
Trump mantém Merz na mira: Alemanha "tem sido totalmente ineficaz" na Ucrânia
Estados Unidos estão a ser humilhados pelo Irão, d(...)
"O Presidente está a agir corretamente a estas observações contraproducentes", afirmaram perante a deterioração da relação entre os dois países.
A administração Trump revelou que a retirada deverá estar concluída nos próximos seis a doze meses.
Quando se der por terminada esta redução, a capacidade militar vai regressar aproximadamente aos níveis anteriores de 2022.
- Noticiário das 20h
- 21 mai, 2026



![Friedrich Merz deixou críticas na quinta-feira à maneira como Washington está a lidar com os conflitos internacionais. Foto: Gian Ehrenzeller/EPA [arquivo] Friedrich Merz deixou críticas na quinta-feira à maneira como Washington está a lidar com os conflitos internacionais. Foto: Gian Ehrenzeller/EPA [arquivo]](https://images.rr.pt/46382463489743591c11defaultlarge_1024.jpg)




