Ouvir
  • Noticiário das 1h
  • 12 jul, 2026
A+ / A-

Guerra na Ucrânia

Rússia. 86 mil soldados morreram desde o início do ano

22 mai, 2026 - 12:18 • Lusa

Volodymyr Zelensky divulgou as estimativas sobre as baixas russas nas redes sociais.

A+ / A-

O número de soldados russos mortos na guerra da Ucrânia desde o início do ano terá ascendido a 86 mil, de acordo com estimativas de Kiev divulgadas esta sexta-feira pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Desde janeiro, a Rússia terá registado também pelo menos 59 mil feridos graves e mais de 800 militares russos foram feitos prisioneiros pelas forças ucranianas, anunciou Zelensky, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

O chefe de Estado ucraniano divulgou as estimativas sobre as baixas russas nas redes sociais após uma reunião com o comandante das forças armadas, Oleksandr Syrsky.

Zelensky disse na mensagem que as tropas ucranianas estavam "a alcançar os objetivos definidos" nas zonas fronteiriças com a Rússia da região de Sumy, no nordeste da Ucrânia.

As tropas russas têm tentado criar uma zona tampão na zona de Sumy para afastar o exército ucraniano do território da Rússia.

"Continuamos a destruir efetivos russos e equipamento dos ocupantes também noutros setores" da frente de combate, disse Zelensky, que elogiou o trabalho dos operadores de drones, das forças aerotransportadas e de outras tropas de assalto.

A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, desencadeando o conflito armado mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Desconhece-se o número de baixas da guerra, tanto civis como militares, mas diversas fontes, incluindo a ONU, admitem que será muito elevado.

As informações sobre baixas divulgadas pelas duas partes do conflito não podem ser verificadas de forma independente.

Ouvir
  • Noticiário das 1h
  • 12 jul, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque