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Tempestade Ciáran coloca parte do país sob aviso laranja

01 nov, 2023 - 21:45 • Redação com Lusa

O Instituto do mar e da Atmosfera prevê chuva intensa e persistente.

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Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real e Porto estão, desde as 21h00 desta quarta-feira, sob aviso laranja da meteorologia. O Instituto do mar e da Atmosfera prevê chuva intensa e persistente.

A "culpa" é da tempestade Ciáran, que também vai provocar vento forte, como explica a meteorologista Paula Leitão, à Renascença.

"Prevê-se que a chuva seja mais intensa no início da noite na região do Litoral Norte. Depois, gradualmente, durante a madrugada, deverá passar na região centro", explica. "O vento vai persistir em toda a região norte e centro até ao final da tarde de quinta-feira", adianta.

O estado do tempo deve agravar-se durante a noite desta quarta-feira devido à passagem da tempestade Ciáran. No Porto, a Avenida Carlos I, na Barra do Douro, está encerrada.

Em causa, para o Porto, está o "aviso laranja para agitação marítima, com ondas de noroeste, com cinco a sete metros, podendo atingir a altura máxima de 12/13 metros, entre as 3 e as 9 horas de amanhã, quinta-feira (dia 2)".

O aviso passará a vermelho "com ondas de noroeste com sete a oito metros, podendo atingir a altura máxima de 14/15 metros, entre as 09 horas de amanhã, quinta-feira, e as 9 horas de sexta-feira, altura em que passará novamente para o nível laranja, válido até às 15 horas".

"É expectável o aumento do risco de galgamentos costeiros durante os períodos de preia-mar", face às previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), aponta a autarquia.

Quanto à precipitação, "encontra-se emitido aviso amarelo, com períodos de chuva, por vezes forte, entre as 18 horas de hoje, dia 1, e as 3 horas de amanhã", quinta-feira.

Relativamente ao vento, são esperadas rajadas até 80 km/h, em especial no litoral, entre as 21 horas de hoje, dia 1, e as 15 horas de amanhã, dia 2.

Esta tempestade, no entanto, não afeta só Portugal.França e Reino Unido podem mesmo sofrer, nas próximas horas, com os ventos mais fortes das últimas décadas.

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