Ouvir
  • Noticiário das 10h
  • 18 mai, 2026
A+ / A-

GNR lança campanha “Abraçar a diferença, construir o futuro”

20 nov, 2024 - 07:57 • Olímpia Mairos

Trata-se de uma campanha de sensibilização, no âmbito do Dia Universal dos Direitos da Criança, com o objetivo de promover os direitos, a inclusão, diversidade e bem-estar coletivo da comunidade escolar.

A+ / A-

A Guarda Nacional Republicana (GNR) promove esta quarta-feira a campanha “Abraçar a diferença, construir o futuro”.

Trata-se de uma campanha de sensibilização, no âmbito do Dia Universal dos Direitos da Criança, com o objetivo de promover os direitos, a inclusão, diversidade e bem-estar coletivo da comunidade escolar.

Em comunicado, a GNR esclarece que a campanha, desenvolvida através dos militares da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC) de todo o país, será realizada nas escolas, envolvendo alunos, pais e a população em geral, com o objetivo de “promover uma cultura de segurança, civismo e cidadania, contribuindo para a afirmação das escolas como espaços privilegiados de integração e socialização.


A iniciativa – segundo a GNR – “quer criar um impacto profundo em toda a comunidade, reforçando a importância da união na diversidade, demonstrando que a segurança escolar não é apenas física, mas também social e emocional, onde todos têm o direito de se sentir parte e protegidos”.

“Estas ações visam também promover o desenvolvimento pessoal das crianças e criar um ambiente escolar onde todos possam prosperar, promovendo a integração de todos, independentemente das suas diferenças”, lê-se no comunicado.

No Dia Universal dos Direitos da Criança, a GNR reforça o compromisso de proteger, educar e inspirar.

“A campanha pretende mostrar que, juntos, podemos inspirar gestos simples que fazem toda a diferença. Juntos, mostramos que cada criança, em qualquer contexto merece ser respeitada, acolhida e amada. Porque as diferenças é o que nos torna únicos!”, conclui a nota.

Ouvir
  • Noticiário das 10h
  • 18 mai, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Anastácio Lopes
    20 nov, 2024 Lisboa 08:52
    Que se faça o que deve ser feito para que se vejam respeitados os direitos das crianças estou totalmente de acordo, desde logo, uma maior e mais eficaz fiscalização da Segurança Social das mesmas crianças que apenas servem para os seus progenitores receberem os abonos de família a que têm direito e pouco mais. Lamento no entanto que esta mesma GNR que toma esta iniciativa, nos prove, mais uma vez, esquecer, ignorar e desprezar os cidadãos DEFICIENTES, que a exemplo das crianças, precisam, apenas e só, muitas vezes de um apoio para que deixem de sofrer da solidão em que a sociedade e família lhes impôs, e assim voltarem a ter algum gosto pela vida e passarem a ser úteis à sociedade, o que continuam impedidos de o serem, enquanto a sociedade lhes impuser a solidão, o desprezo e a ignorância que lhes impôs, apenas e só porque são DEFICIENTES e a estes milhares de cidadãos o que tem a GNR a dizer e a fazer em vez de os ignorar e desprezar? Será que para a GNR os DEFICIENTES não fazem parte da mesma sociedade que as crianças? Se o fazem, como se explica, compreende e aceita esta dualidade de critérios por parte desta ou de qualquer outra força de segurança do país alguém me sabe dizer?

Vídeos em destaque