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Investigação policial

Nininho Vaz Maia diz estar inocente e a colaborar com as autoridades

06 mai, 2025 - 15:55 • Lusa

O cantor foi constituído arguido por suspeitas de branqueamento de capitais na sequência das buscas no âmbito de uma investigação por tráfico de droga.

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O cantor Nininho Vaz Maia diz estar inocente e a colaborar com a justiça, após ter sido constituído arguido por suspeitas de branqueamento, na sequência das buscas realizadas esta terça-feira no âmbito de uma investigação por tráfico de droga.

"Importa deixar absolutamente claro que o Nininho está inocente e que confiamos plenamente na Justiça e estamos certos de que tudo será esclarecido com brevidade. Reafirmamos total disponibilidade para colaborar com as autoridades em tudo o que for necessário, mas rejeitamos qualquer associação precipitada", lê-se num comunicado enviado à agência Lusa pela equipa do cantor.

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O comunicado explica que pelas 7h desta terça-feira "a Polícia Judiciária dirigiu-se à casa do Nininho Vaz Maia, no âmbito de uma investigação em curso".

"Foram realizadas buscas e o Nininho foi acompanhado para prestar declarações, colaborando desde o primeiro momento com as autoridades", refere a nota de imprensa.

O cantor, de 37 anos, foi constituído arguido por suspeitas de branqueamento de capitais na sequência das buscas realizadas esta terça-feira no âmbito de uma investigação por tráfico de droga por via aérea, adiantou anteriormente à Lusa fonte policial.

Em comunicado entretanto divulgado, a Polícia Judiciária (PJ) diz que realizou 33 buscas domiciliárias e não domiciliárias na região da Grande Lisboa, no âmbito da operação SKYS4ALL "que culminou com a detenção de dois cidadãos nacionais e a constituição de três arguidos", um deles Nininho Vaz Maia.

"A operação teve em vista a recolha de prova, sobre as presumíveis atividades ilícitas, de um grupo criminoso, que se dedicava ao tráfico de estupefacientes por via aérea e branqueamento de capitais", explica esta força de investigação criminal.

Além do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram ainda apreendidas cinco viaturas, duas armas de fogo, uma elevada quantidade de dinheiro em numerário, diverso material de comunicações e documentação, acrescenta a PJ.

Em causa está a alegada prática dos crimes de tráfico de estupefacientes e de substâncias e métodos proibidos, além de branqueamento de capitais.

Na operação SKYS4ALL estiveram empenhados 80 elementos da PJ, um juiz de instrução criminal e um magistrado do Ministério Público.

As buscas estiveram a cargo da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, da PJ.

As investigações prosseguem, sob a direção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Loures, distrito de Lisboa.

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  • Maria
    06 mai, 2025 Palmela 23:50
    Ainda assim quem diria que este (encantador de burros) que nos concertos dizia nao se orgulhar do passado" agora vai ter de dizer nao me orgulho do passado" nem do presente!

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