Violência em Lisboa. Antigo PGR não "entra numa de alarme"
11 jun, 2025 - 20:07 • Pedro Mesquita
Em declarações à Renascença, Souto Moura considera que agressões a ator e a adeptos são casos graves, mas “pontuais” na sociedade portuguesa.
José Souto Moura, antigo procurador-geral da República (PGR), não ativa o botão de alarme após a agressão ao ator Adérito Lopes por um neonazi e do ataque de "casuals" ligados ao Sporting a adeptos do FC Porto.
Em declarações à Renascença, Souto Moura considera que se tratam de casos graves, mas “pontuais” na sociedade portuguesa.
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“Esses dois episódios não são suficientes para podermos entrar numa de alarme, de achar que a violência impera no nosso país”, afirma o antigo procurador, entre 2000 e 2006.
Souto Moura reconhece que “não quer dizer que não haja uma violência latente e contida que tende a manifestar-se, por exemplo, em manifestações públicas gratuitas”.
No caso da agressão ao ator Adérito Lopes por neonazis, Souto Moura não tem a noção de que este tipo de crimes esteja a aumentar em Portugal.
- Noticiário das 19h
- 11 mai, 2026












