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Centenas juntam-se em Lisboa para condenar racismo e violência

15 jun, 2025 - 17:40 • Lusa

Manifestantes concentraram-se em frente ao Teatro A Barraca, em Lisboa, em solidariedade com o ator Adérito Lopes, agredido por um grupo ligado à extrema-direita.

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Centenas de pessoas concentraram-se este domingo à tarde em frente ao Teatro A Barraca, em Lisboa, em solidariedade com o ator Adérito Lopes, agredido na terça-feira por um grupo ligado à extrema-direita.

Sob o lema: "Não queremos viver num país do medo", a concentração contra o racismo e a violência foi organizada por diversas estruturas da sociedade civil, coletivos artísticos e associações, entre as quais a SOS Racismo, A Plateia e os Artistas Unidos, com iniciativas semelhantes a decorrer em Coimbra e no Porto.

Com cartazes nas mãos e palavras de ordem contra a discriminação, os manifestantes vão ocupando o Largo de Santos, num ambiente marcado por indignação e solidariedade ao mesmo tempo.

Adérito Lopes, ator da companhia A Barraca, foi agredido na passada terça-feira, Dia de Portugal, por um grupo de extrema-direita quando se preparava para entrar no espetáculo "Amor é fogo que arde sem se ver", uma homenagem a Camões, com entrada livre.

Em declarações à Lusa, a diretora da companhia, a atriz e encenadora Maria do Céu Guerra, relatou que a agressão ocorreu por volta das 20:00, quando os atores chegavam ao Cinearte, no Largo de Santos. .

Junto à entrada, cruzaram-se com "um grupo de neonazis com cartazes e panfletos", com frases xenófobas, que inicialmente começaram por provocar uma das atrizes.

Na quarta-feira, o Ministério Público confirmou à Lusa a abertura de um inquérito para investigar os acontecimentos.

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  • Reação
    16 jun, 2025 a imigração sem controle 11:04
    A coesão social que havia, desapareceu quando a população estrangeira, passou de 3,6% para 15% em pouco tempo e feita de gente de que nada sabemos, com hábitos culturais e maneira de estar completamente diferente da nossa e que em grande parte rejeita integrar-se, pelo contrário, sempre que pode tenta impor os seus usos e costumes. Não é racismo, é uma reação compreensivel de pessoas que não queriam isto e que Anas Catarinas Mendes, Antónios Costas, Alexandras Leitão e a ala radical do PS de mão dadas com as Mortáguas e não só, nos meteram à força pela boca abaixo sem nos perguntar nada. Esse descontentamento fez com que grupelhos que se limitavam a redes sociais e pouco mais, agora julgando-se respaldados na reação negativa das pessoas a esta "invasão", metam as unhas de fora.

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