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Comentário Diana Ramos

Aumento da despesa em defesa sem comprometer apoios sociais: “É difícil perceber como Portugal vai fazer”

25 jun, 2025 - 12:42 • Sérgio Costa

Primeiro-ministro garante que o aumento da despesa em defesa não prejudicar o Estado Social, mas falta explicar como isso será garantido.

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Este é “o momento para o governo explicar” como vai ser possível cumprir o compromisso assumido com os parceiros da NATO sem colocar em causa setores vitais como a segurança social, saúde e educação.

A diretora do Jornal de Negócios, e comentadora da Renascença, Diana Ramos diz que Portugal quer “tentar fazer a quadratura do círculo”, mas “a dificuldade está em saber como o fará”. Se por um lado o objetivo é reduzir o IRS e contratar mais trabalhadores para o Estado, o caminho poderá ser o recurso ao programa europeu de financiamento em condições mais favoráveis, tal como outros países já manifestaram interesse.

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Mas será esse caminho suficiente? Diana Ramos lembra que o governo já sinalizou uma revisão da atribuição dos subsídios de desemprego e que há vontade de introduzir uma reforma da despesa com a saúde. A diretora do Jornal de Negócios conclui que essa será uma “tarefa complicada” num orçamento muito pressionado pela despesa.

Os líderes da NATO estão reunidos em Haia de onde deverá sair um acordo para aumentos até 5% do PIB da despesa com o sector da defesa até 2035. Já para este ano o governo assume uma subida dos gastos até 2%, o que representa um aumento global anual de 1200 milhões de euros.

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    25 jun, 2025 e mais um par de botas 14:00
    Não há 2% para a Defesa: o que há é uma "contabilidade criativa" - leia-se "FRAUDE" - onde a aquisição de equipamento militar ultra-necessário - Sistemas anti-aereos , substituição dos F-16, Marinha com 3 fragatas e 1 submarino em prontidão permanete, e fabrico de Drones e munições - fica no tinteiro a "aguardar melhores dias" e o dinheiro é gasto em manutenção de estradas, pontes, vias-férreas, infraestruturas civis que dificilmente terão uso militar, Pessoal, etc. Se for preciso forças operacionais, continuaremos sem nada a não ser um rol de desculpas... Mas estamos nos 2% que a NATO quer... Não é é para reequipamento de forças, é para tudo e mais um par de botas.

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