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Segurança

Capturados reclusos que se evadiram da prisão de Alcoentre

08 jul, 2025 - 07:55 • Filipa Ribeiro com Lusa

Homens foram capturados nas imediações de um posto de combustível, a três quilómetros do Estabelecimento Prisional de Alcoentre.

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[Notícia atualizada às 09h31 de 8 de julho de 2025 para acrescentar mais detalhes]

Os dois reclusos que se evadiram na segunda-feira do Estabelecimento Prisional de Alcoentre, no concelho de Azambuja, distrito de Lisboa, foram capturados esta terça-feira de manhã, disse à Lusa fonte da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).

A informação foi, no entretanto, confirmada pela Renascença.

Os dois reclusos que fugiram na segunda-feira foram capturados esta terça-feira nas imediações de um posto de combustível, a três quilómetros do Estabelecimento Prisional de Alcoentre, confirma fonte da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) à Renascença.

Em comunicado, a GNR adianta que a captura aconteceu após denúncia. Os homens foram capturados às 06h40 "após uma denúncia pelas 03h00". Foram detidos pelos militares do Posto Territorial de Aveiras, "nas proximidades da localidade de Espinheira".

Dois homens, de nacionalidade portuguesa, de 37 e 44 anos, fugiram pelas 18h20 de segunda-feira do Estabelecimento Prisional de Alcoentre.

Os dois reclusos encontram-se condenados pelos crimes de tráfico de estupefacientes e roubo, com penas de cinco anos e oito meses e de quatro anos e nove meses.

Na segunda-feira, a DGRSP avançou que "internamente irá proceder-se a um processo de averiguações, a cargo do Serviço de Auditoria e Inspeção, coordenado por magistrado do Ministério Público tendo em vista apurar as circunstâncias da ocorrência", realçou também.

A notícia da evasão dos dois reclusos foi avançada pelo jornal Correio da Manhã, que refere que o incidente ocorreu "na mesma zona da prisão onde aconteceu uma intrusão de um homem que arremessou telemóveis para o interior da cadeia".

O Jornal de Notícias escreve hoje que a fuga aconteceu numa zona em que a torre de vigia estava desativada e que os reclusos terão trepado o muro e usado uma corda de lençóis.

De acordo com o matutino, estavam ao serviço 15 guardas em vez dos habituais 30.

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