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Fogo atingiu zona superior da Mata da Margaraça em Arganil

15 ago, 2025 - 17:52 • Lusa

O presidente da Câmara de Arganil explicou que o incêndio que lavra no seu município continua com várias frentes e existem várias aldeias na linha de fogo.

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O incêndio florestal que lavra no município de Arganil, distrito de Coimbra, atingiu a zona superior da Mata da Margaraça, mas o próprio núcleo principal conseguiu travar as chamas.

Em declarações à agência Lusa, pelas 17h20, o presidente da Câmara de Arganil explicou que o incêndio que lavra no seu município continua com várias frentes e existem várias aldeias na linha de fogo.

"Na linha de fogo e que preocupam mais estão a aldeia de Benfeita e a freguesia de Pomares. O fogo andou na zona superior da mata [Margaraça]. Acreditamos que boa parte tem capacidade de se regenerar. O núcleo principal da mata conteve as chamas que se apagaram no seu interior", informou Luís Paulo Costa.

A sede de freguesia da Benfeita é uma aldeia de xisto do concelho de Arganil que fica próxima da Mata da Margaraça, uma das mais importantes florestas caducifólias nacionais.

Esta aldeia situa-se junto à Área de Paisagem Protegida da Serra do Açor, junto à fraga da Pena.

Já a freguesia de Pomares, além da sede, inclui os lugares de Agroal, Barrigueiro, Barroja, Corgas, Espinho, Foz da Moura, Portelinha, Porto Silvado, Sobral Magro, Sobral Gordo, Sorgaçosa, Soito da Ruiva e Vale do Torno.

O autarca considera que a situação mantém-se "bastante complicada" e sublinhou que o principal objetivo passa por "tentar minimizar prejuízos a pessoas e bens".

Pelas 17h35, de acordo com a página de internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o incêndio de Arganil estava a ser combatido por 1.044 operacionais, apoiados por 345 viaturas e seis meios aéreos.

Portugal está em situação de alerta devido ao risco de incêndio desde 2 de agosto e, nas últimas semanas, têm deflagrado vários incêndios no norte e centro do país que já consumiram mais de metade dos cerca de 75 mil hectares de área ardida este ano.

A situação de alerta foi prolongada até domingo, anunciou, na quinta-feira, a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, no final de uma visita à ANEPC.

"Perante a adversidade de 22 dias consecutivos de calor intenso não dar sinais de abrandar, o Governo vai prolongar uma vez mais a situação de alerta, até domingo", anunciou a ministra em declarações aos jornalistas.

Maria Lúcia Amaral sublinhou que se mantêm todas as restrições e proibições impostas pela situação de alerta de risco agravado de incêndio.

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