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Incêndios: Fogo de Piódão entra em resolução ao fim de 11 dias

24 ago, 2025 - 08:33 • Olímpia Mairos , Anabela Góis

A autarquia de Arganil informa que na Freguesia do Piódão, o levantamento dos danos causados pelo incêndio vai realizar-se na segunda e terça-feira.

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O incêndio que deflagrou em Piódão, no concelho de Arganil, no distrito de Coimbra, entrou este domingo em resolução, ao fim de 11 dias.

De acordo com a informação disponibilizada na página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, não há frentes ativas

A lavrar em vários concelhos desde o dia 13, o incêndio mantém no terreno 1.292 operacionais, apoiados por 432 viaturas e seis meios aéreos.

Cerca de 64 mil hectares arderam neste que é um dos piores incêndios em Portugal, em matéria de área ardida, de acordo com dados do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).

O incêndio começou em Piódão, tendo alastrado a vários concelhos vizinhos, atingindo os distritos de Guarda e de Castelo Branco.

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“Na Freguesia do Piódão, o levantamento dos danos causados pelo incêndio vai realizar-se nos dias 25 e 26 de agosto”, informa a autarquia de Arganil na página de Facebook.

De acordo com a informação disponibilizada, a equipa vai ser acompanhada por membros das comissões e associações das respetivas localidades, não estando previstas sessões com local e horário fixos.

“O levantamento será realizado diretamente com os proprietários afetados”, esclarece o município.

Já em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, o incêndio que deflagrou no sábado e levou à evacuação preventiva de algumas aldeias foi dado como dominado às 3h40 deste domingo.

As equipas mantêm operações de rescaldo, consolidação do perímetro e vigilância, envolvendo 671 operacionais e 216 veículos.

Em declarações à Renascença, o presidente da Câmara de Pedrógão Grande, António Lopes, disse que está a ser realizado o levantamento de todos os estragos e de possíveis primeiras habitações destruídas para garantir o acompanhamento da ação social. O autarca desconhecia qualquer situação de desalojados.

“Isso vai ter que ser tudo confirmado do terreno e não posso estar a avançar com informações”, ressalvou.

O autarca adiantou ainda que as pessoas que foram deslocadas ou confinadas estão a regressar às suas casas.

Durante a manhã, a ANEPC registou ainda novos fogos em Castanheira do Ribatejo (Vila Franca de Xira, Lisboa) e em Águas Mortas (Baião, Tâmega e Sousa), ambos rapidamente dominados.

[notícia atualizada às 13h00 de 24 de agosto de 2025]

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