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Homem detido por introduzir telemóveis na prisão de Alcoentre

10 set, 2025 - 12:10 • Lusa

O guarda prisional da torre de vigilância efetuou vários disparos de aviso e deu o alerta, tendo sido iniciada a perseguição ao intruso", um antigo recluso deste estabelecimento prisional do concelho da Azambuja, no distrito de Lisboa.

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Um homem foi detido por, na noite de terça-feira, ter entrado e introduzido telemóveis de forma ilegal no Estabelecimento Prisional de Alcoentre, confirmaram hoje fontes da GNR e da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).

Segundo a DGRSP, pelas 21:30 de terça-feira, a vigilância do estabelecimento prisional "detetou, no momento em que estava a ter lugar, a presença de um estranho nos terrenos agrícolas, junto à rede de vedação das áreas prisionais", acrescentando que foram também arremessados "objetos para um pátio".

O guarda prisional da torre de vigilância efetuou vários disparos de aviso e deu o alerta, tendo sido iniciada a perseguição ao intruso", um antigo recluso deste estabelecimento prisional do concelho da Azambuja, no distrito de Lisboa.

A GNR de Aveiras de Cima foi alertada, mas, à sua chegada o intruso, um homem de 30 anos, já tinha sido detido pelos guardas prisionais, tendo sido depois entregue à GNR, disse à agência Lusa fonte oficial do Comando Territorial de Lisboa da Guarda Nacional Republicana.

As fontes contactadas pela Lusa confirmaram que foram apreendidos dois embrulhos contendo 15 telemóveis e respetivos carregadores e outros acessórios que, segundo a DGRSP, "haviam sido arremessados por cima da rede e que ficaram presos nas suas lâminas".

De acordo com a fonte da GNR, os equipamentos de telecomunicações serviriam para os reclusos "estabelecerem comunicações com o exterior" da cadeia.

Os guardas prisionais do Estabelecimento Prisional de Alcoentre procederam "preventivamente" à recontagem dos reclusos, concluindo que "a ocorrência nada tinha a ver com evasão ou com tentativa de evasão".

O detido foi constituído arguido e não prestou declarações à GNR, encontrando-se o caso sob investigação.

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