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Operação Influencer

Ministério Público quer saber a origem das quase 2 mil notas apreendidas a Vítor Escária

19 set, 2025 - 07:51 • Olímpia Mairos

O objetivo da investigação é rastrear o percurso das notas: onde foram produzidas, como foram distribuídas, para que bancos foram encaminhadas e quem as terá levantado ou depositado.

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O Ministério Público (MP) quer apurar a origem das 1.994 notas apreendidas no escritório de Vítor Escária, no âmbito da Operação Influencer.

De acordo com o jornal Público, a Procuradoria-Geral da República vai solicitar ao Banco de Portugal informações detalhadas sobre cada uma das notas de 20 e 50 euros encontradas no gabinete do então chefe de gabinete do primeiro-ministro António Costa.

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O objetivo da investigação é rastrear o percurso das notas: onde foram produzidas, como foram distribuídas, para que bancos foram encaminhadas e quem as terá levantado ou depositado.

Recorde-se que Vítor Escária já havia pedido em tribunal a devolução dos 75.800 euros encontrados no seu gabinete. No entanto, os procuradores opuseram-se, alegando que ainda decorrem várias diligências para apurar a proveniência do dinheiro.

O Tribunal da Relação de Lisboa rejeitou o recurso apresentado pela defesa de Vítor Escária, antigo chefe de gabinete do ex-primeiro-ministro António Costa.

Segundo o acórdão, noticiado esta quinta-feira pelo jornal Público, a decisão foi tomada pelos juízes desembargadores a 27 de junho de 2025 e em causa estão suspeitas da prática de um crime de recebimento indevido de vantagem.

Este não foi o primeiro revés judicial para Escária: em março deste ano, o Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, já havia recusado a devolução do dinheiro apreendido no seu gabinete.

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