10 out, 2025 - 15:59 • João Maldonado
“O Einstein quando não conseguia resolver um problema tocava violino.” É uma das histórias que Moedas conta durante o almoço com mais de 100 personalidades ligadas à cultura nacional. Por aqui apresentam-se nomes como Filipe La Féria, Luciana Abreu, Ágata, Luís Montez ou Álvaro Covões.
O candidato a Lisboa declara no último dia de campanha que o espetro cultural é “uma paixão” e lembra os passeios até à capital com o pai, jornalista, para irem ao teatro e ao cinema. “Abrimos 4 museus em 4 anos, abrimos 7 teatros”, afirma, prometendo, perante os presentes, se lhe derem essa hipótese, no domingo continuar a erguer obra.
Para Carlos Moedas “sem cultura não há democracia” e, por isso, é preciso investir mais no setor - um investimento que não pode passar apenas pela capital, declara.
[Ouça aqui as declarações de Carlos Moedas]



No final do curto discurso que fez no Parque Mayer regista-se o enorme elogio à mais nova ministra do governo de Luís Montenegro: a responsável pela pasta da cultura, Margarida Balseiro Lopes. “Tenho um grande orgulho nesta ministra que está aqui ao nosso lado, a nova geração que vai pegar nisto, a Margarida não é uma ministra como as outras, é uma mulher que decide, sei que posso contar com ela, é uma grande mulher.”
Moedas afirma que há poucos presidentes de câmara que possam alegar ter feito tanto por este setor e, aproveitando para citar Friedrich Nietzsche, declara o mote: “Resta-nos a cultura para não morrermos da verdade”.
Às 18h está marcada a descida do Chiado, esperando-se milhares de apoiantes num percurso que termina com um comício na Praça do Município.