Balsemão foi um "fundador da democracia" e do "jornalismo livre" em Portugal
22 out, 2025 - 01:57 • Pedro Caeiro , com redação
José Luís Ramos Pinheiro recorda o antigo primeiro-ministro e fundador do PSD e Expresso como alguém que “sabia escutar”, fazer perguntas e que manteve a curiosidade até ao fim da sua vida.
Francisco Pinto Balsemão, que morreu esta terça-feira aos 88 anos, foi um “fundador da democracia” e do “jornalismo livre” em Portugal, afirma José Luís Ramos Pinheiro.
O ex-diretor de Informação da Renascença, que atualmente é um dos administradores do Grupo Renascença Multimédia, recorda o percurso do antigo primeiro-ministro e fundador do PSD e do jornal Expresso.
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“Guardo a memória de um homem que foi um fundador da democracia portuguesa, um fundador do jornalismo livre e um lutador até ao fim da liberdade de imprensa”, assinala.
Francisco Pinto Balsemão também “sabia escutar” e “tinha uma noção estratégica daquilo que deve ser o posicionamento da comunicação social livre, independente e responsável”.
José Luís Ramos Pinheiro prossegue recordando a faceta de “perguntar” do fundador do grupo Impresa.
“Sabia perguntar, perguntava muitas vezes porque queria ir mais longe. Saber foi uma curiosidade que se manteve até ao fim da sua vida”, salienta.
- Noticiário das 23h
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