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Saúde

Ministério Público abre inquérito à morte de grávida no Amadora-Sintra

31 out, 2025 - 21:31 • Diogo Camilo

Mulher de 38 anos estava fez uma CTG durante consulta dois dias antes para avaliar a frequência cardíaca do feto e valores estavam normais. Bebé mantêm-se sob vigilância e com prognóstico "muito reservado".

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O Ministério Público abriu inquérito ao caso da morte de uma grávida que esteve no hospital para uma consulta, durante a qual foi detetada uma situação de hipertensão, avança o Público e a RTP.

O caso aconteceu durante a madrugada desta sexta-feira na Unidade Local de Saúde Amadora-Sintra, em Lisboa, e a investigação irá somar-se às averiguações do Hospital Amadora-Sintra, à Entidade Reguladora da Sáude e da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).

A RTP avança ainda que a mulher, guineense de 36 anos, fez uma cardiotocografia (CTG), para avaliar a frequência cardíaca do feto, e os valores estavam normais, mas que não foi realizada qualquer ecografia, durante uma consulta no hospital a 29 de outubro.

Durante a consulta foram detetados valores de hipertensão, tendo sido reencaminhada para a urgência - onde fez os exames - e mandada para casa, com o agendamento de uma consulta daí a duas semanas.

Grávida de 38 semanas, deu entrada no Serviço de Urgência de Obstetrícia na madrugada desta sexta-feira, 31 de outubro de 2025, cerca da 1h50, em paragem cardiorrespiratória.

Foi realizada “uma cesariana de emergência, tendo o bebé nascido às 01h56”. A criança mantêm-se sob vigilância e com prognóstico "muito reservado".

Depois de conhecido o caso, o IGAS esclareceu em comunicado que o seu inquérito "tem como objetivo avaliar os factos relacionados com a assistência prestada a uma grávida" no serviço de urgência e que acabou por morrer, horas depois de ter sido encaminhada para casa.

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  • cat
    01 nov, 2025 Ca 11:53
    Uma guineense acabada de chegar ao País e que se apressou a desovar cá para ter um puto "português", mas que veio sem qualquer acompanhamento médico nem indicadores do estado de saúde, apenas na mira duma legalização à pressa. Morte, é sempre trágica. Mas aqui, veem-se muitas atenuantes ...

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