16 nov, 2025 - 13:52 • Cristina Nascimento
A CGTP não alinha, pelo menos para já, na ideia de fazer dois dias de greve geral.
Em entrevista à Renascença, Tiago Oliveira reafirma que a greve “é urgente e necessária” e que a luta pelos direitos dos trabalhadores será “prolongada”, mas que, “neste momento, está marcado dia 11 e é o dia 11 que temos de trabalhar”.
“Tudo o resto são avaliações futuras que terão de ser feitas”, acrescentou o secretário-geral da central sindical.
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Leis laborais
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Em causa está a ideia avançada pela outra central sindical, a UGT, que admitiu vir a alargar a greve geral para dois dias.
Nestas declarações à Renascença, Tiago Oliveira critica a postura “arrogante” do Governo que, acusa, ainda não deu a conhecer novas propostas de alterações.
“O Governo fala, exprime-se muito, diz que estão abertos a negociações e a discussões. Mas é bom que os trabalhadores saibam que desde julho, quando foi apresentado o pacote laboral — passaram ou estão a passar quase quatro meses – e única versão que existe é a primeira versão”, argumenta.
Tiago Oliveira garante que não tem “acesso a mais nenhuma versão”.