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Paralisação

Médicos juntam-se à greve geral contra o pacote laboral

16 nov, 2025 - 12:47 • Isabel Pacheco com Lusa

No congresso da FNAM, ficou definido o apelo "à participação de todos os médicos".

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Foi por unanimidade que a FNAM, no seu 14.º Congresso, aprovou uma moção de adesão à greve geral de 11 de dezembro, convocada contra o pacote laboral do Governo pelas duas centrais sindicais portuguesas.

"Este pacote tem questões que levam à erosão da proteção laboral. Vai fragilizar os médicos, vai criar vínculos mais precários, desregular horários e aumentar o desgaste de quem já está no limite", afirmou a responsável à Renascença.

Para a FNAM a suposta flexibilização defendida pelo governo vai representar "imprivisibilidade, cansaço, é impossibilidaed de conciliar a vida profissional e e a vida familiar".

No final do congresso, a presidente da federação de sindicatos médicos adiantou que na moção aprovada, em Viana do Castelo, no último dia de trabalhos do congresso, ficou definido o apelo "à participação de todos os médicos, afirmando que a defesa dos direitos laborais é inseparável da defesa da profissão médica e do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".


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Desta forma, "a Federação Nacional dos Médicos está a reafirmar os seus objetivos, que é a luta por salários justos, condições de trabalho que sejam dignas, reintegração dos médicos internos na carreira e a defesa intransigente de um SNS que seja público, universal, acessível e próximo da população", afirmou Joana Bordalo e Sá.

A responsável referiu ser "inaceitável que a ministra Ana Paula Martins substitua o conceito de SNS por um sistema que esvazia o Serviço Nacional de Saúde, diluindo o setor público e desresponsabilizando o Estado".

"Nós rejeitamos esta visão e reafirmamos que o SNS é um Serviço Nacional de Saúde e, é um compromisso constitucional para com os cidadãos", acrescentou.

[Notícia atualizada às 15h26 com declarações à Renascença de Joana Bordalo e Sá]

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  • Americo
    16 nov, 2025 Leiria 17:55
    Boa tarde. Estes "srs." da FNAM, não são médicos. São umas "hienas" do SNS que eles próprios querem liquidar. O objetivo é o dinheiro/euros conforme a sra da federação diz. Não são padres. Tristeza.

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