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Quer mudar de fogão? Segunda fase do programa E-Lar arranca a 11 de dezembro

02 dez, 2025 - 18:06 • Ricardo Vieira, com Lusa

Programa do Ministério do Ambiente visa a substituição de equipamentos que consomem gás, como fogões, fornos e esquentadores, por equipamentos elétricos, como placas, fogões ou termoacumuladores.

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A segunda fase de candidaturas ao programa E-Lar, para melhorar o conforto térmico das habitações e apoiar as famílias na aquisição de equipamentos eficientes, arranca a 11 de dezembro.

A verba disponível aumentou mais do dobro em relação à primeira fase. Desta vez foram alocados 60,8 milhões para incentivar e apoiar a troca de eletrodomésticos a gás por outros com maior eficiência energética, anunciou o Ministério do Ambiente, em comunicado.

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O Governo diz ainda que há uma nova despesa elegível no concurso, para beneficiários da tarifa social de energia elétrica, que é a remoção de equipamentos e selagem de tubagem de gás.

O programa E-lar financia a substituição de equipamentos a gás por soluções elétricas mais eficientes, “consolidando o compromisso nacional com a eficiência energética, a eletrificação dos consumos domésticos e a proteção das famílias vulneráveis”, refere o comunicado.

Segundo o novo aviso publicado esta segunda-feira, as pessoas podem candidatar-se a partir do próximo dia 11, mas a partir da próxima quinta-feira, dia 4, os fornecedores já qualificados devem manifestar interesse em manter-se no Programa E-LAR.

Caso não o façam, segundo o comunicado, considera-se que desejam sair da rede de fornecedores.

O Ministério do Ambiente reafirma o que a ministra já tinha dito, que se mantêm as regras de eficiência energética.

Os novos equipamentos devem cumprir a classe energética A ou superior, com exceções já previstas — placas elétricas sem classe mínima e termoacumuladores acima de 30 litros com classe B ou superior.

No comunicado, Maria da Graça Carvalho diz que a nova etapa do E-lar representa “um compromisso ainda mais forte com o conforto térmico das famílias, com a eletrificação dos consumos e com a redução das desigualdades energéticas”.

O Ministério sublinha ainda que o lançamento da 2.ª fase ocorre poucos dias depois de a Comissão Europeia ter elogiado Portugal pela eficácia das políticas de combate à pobreza energética.

No anterior concurso, em outubro, o programa recebeu 40 mil candidaturas em apenas seis dias, esgotando rapidamente o valor disponível, 30 milhões de euros.

Na página do Fundo Ambiental explica-se que o objetivo do E-lar é apoiar as famílias na compra de equipamentos eficientes e na eletrificação de consumos energéticos.

Serve por exemplo para apoiar a substituição de equipamentos que consomem gás, como fogões, fornos e esquentadores, por equipamentos elétricos, como placas, fogões ou termoacumuladores.

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