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Ministra quer opinião de peritos sobre comparticipação de medicamentos para obesidade

03 dez, 2025 - 10:16 • João Cunha com Lusa

"Tem de ser avaliado pelos peritos e tem de estar dentro das indicações definidas pela DGS para situações consideradas graves, onde se comprove que há o tal custo-efetividade", disse Ana Paula Martins.

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A ministra da Saúde diz que o Governo aguarda pela avaliação de peritos e por indicações da DGS para decidir sobre a comparticipação de medicamentos para tratamento da obesidade.

Questionada pela Renascença sobre a recomendação da OMS, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, não rejeita a possibilidade a comparticipação. Segundo Ana Paula Martins, o Infarmed está já a analisar a possibilidade.

"Tem de ser avaliado pelos peritos e tem de estar dentro das indicações definidas pela DGS para situações consideradas graves, onde se comprove que há o tal custo-efetividade", disse Ana Paula Martins, que falava aos jornalistas depois de se ter vacinado contra a gripe e a Covid-19, numa farmácia em Porto Salvo, em Oeiras.

Esta terça-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou pela primeira vez alargar a utilização de uma classe de medicamentos usados na diabetes e perda de peso para tratar a obesidade, que afeta mil milhões de pessoas em todo o mundo. E defende que sejam universalmente e financeiramente acessíveis.

"É uma recomendação que, quer o Infarmed, através dos peritos que avaliam os medicamentos e as suas implicações, quer a Direção-Geral da Saúde, que olha para os processos assistenciais integrados na área da obesidade, naturalmente terão em linha de conta, dentro do que são as indicações técnicas e as necessidades das pessoas que vivem com obesidade e que têm de ter uma atenção particular", disse a ministra.

Já a diretora-geral da Saúde recordou que a DGS já elaborou o percurso de cuidados para a pessoa com obesidade e que há um despacho governamental que abre a possibilidade da comparticipação de fármacos para a obesidade, lembrando que o Infarmed está a fazer um estudo sobre a matéria.

"Esta abordagem está a ser estudada pelo Infarmed e temos de aguardar. (...) Tudo o que fazemos tem de ser muito ponderado e assegurando, não só o que é melhor para os cidadãos, mas também o que é a sustentabilidade pública", afirmou Rita Sá Machado.

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  • Maria
    03 dez, 2025 Palmela 12:00
    Quanto as vacinas nao tenha voces cuidado e fiquem a espera que as vacinas os curarem! Eu so levei vacinas na escola primaria e ainda ca estou! Ha 60 anos justificava-se nem uma farmacia nos tinhamos" agora quando escuto a ministra da saude estar sempre a falar de vacinas sinto raiva" porque a vacina nao cura ninguem eu nao tenho culpa nenhuma dos servicos de saude estarem de rastos" afinal onde e que eles tem o gasto o dinheiro dos meus impostos?

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