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União Europeia

Portugal quer acelerar novas adesões na União Europeia, sem mais atrasos

05 dez, 2025 - 16:57 • Lusa

Luís Montenegro salienta a "importância geopolítica" da adesão de mais países aos atuais 27 membros. A futura adesão da Ucrânia e da Moldova está em cima da mesa, mas exige unanimidade – tópico que a Hungria vota habitualmente contra.

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O primeiro-ministro português advertiu esta sexta-feira estar contra "o protelar" do alargamento da União Europeia (UE), salientando a "importância geopolítica" desta decisão, enquanto defendeu a necessidade de "encontrar soluções para acelerar o mecanismo de adesão".

"Há uma importância geopolítica que não pode ser descurada, na perspetiva de que, com a instabilidade que há hoje à escala europeia, o protelar destes processos tem também as suas consequências", afirmou Luís Montenegro, num debate parlamentar dedicado ao Conselho Europeu que se realiza nos dias 18 e 19 de dezembro.

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Na cimeira dos 27 estará sobretudo em cima da mesa a futura adesão da Ucrânia e da Moldova, uma decisão que exige unanimidade, quando é conhecida a oposição do Governo húngaro à entrada de Kiev.

"Temos de encontrar soluções para acelerar o mecanismo de adesão", indicou Montenegro, que adiantou que "algumas soluções estão a ser trabalhadas para ultrapassar, do ponto de vista do funcionamento das próprias instituições, algumas regras (...) para dar uma resposta mais ágil face às programações e cumprimento escrupuloso dos requisitos consagrados nos instrumentos entre as instituições europeias e os respetivos países candidatos".

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