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Saúde

Presidente do INEM diz que "não há motivos" para greve e defende "alterações profundas"

05 dez, 2025 - 20:25 • Diogo Camilo

Luís Cabral, que assumiu funções em novembro, defende que as principais questões laborais "estão resolvidas" e diz em carta aos trabalhadores que quem resistir à mudança fica para trás.

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O presidente do INEM diz que não há motivos para que técnicos de emergência pré-hospitalar se juntem à greve geral de 11 de dezembro, considerando que as principais questões laborais "estão resolvidas".

"Não acredito que haja motivos para que esta greve aconteça. As questões da carreira estão resolvidas, as questões de remuneração estão resolvidas, as questões de ordem funcional e formativa estão praticamente resolvidas, por isso acho que não há motivo para que a greve aconteça nesta classe", afirmou Luís Cabral, o novo presidente, em declarações registadas em Fátima pela RTP.

As declarações surgem depois do INEM ter definido serviços mínimos para a greve geral, manifestando que nenhuma situação emergente ficará sem resposta, com os trabalhadores a serem notificados para "garantir que a resposta às emergências médicas continua assegurada a todos os cidadãos".

A decisão surge após o Sindicado de Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) ter anunciado que vai aderir à greve geral agendada para 11 de dezembro.

Numa carta aos trabalhadores enviada esta sexta-feira, Luís Cabral alerta que "quem decidir ficar imóvel ou for uma resistência à mudança, sem fundamento, ficará no antigo INEM", refere, citado pelo Público.

Luís Cabral substituiu Sérgio Dias Janeiro no cargo e assumiu o cargo a 4 de novembro, defendendo a necessidade de "fazer uma alteração profunda" do INEM.

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