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Operação Gambérria

De prisão domiciliária para preventiva: arguida persistiu em esquema de auxílio à imigração ilegal

10 dez, 2025 - 09:11 • Olímpia Mairos

Segundo a PJ, a arguida continuava a intermediar esquemas fraudulentos no SNS, apesar de estar sob vigilância eletrónica. Caso já soma 16 detenções e 27 arguidos.

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A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Centro, conduziu esta quarta-feira ao Tribunal Central de Instrução Criminal uma mulher que integrava um grupo organizado dedicado ao auxílio à imigração ilegal.

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A arguida encontrava-se sujeita à medida de coação de obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica, tendo-lhe sido agora aplicada a prisão preventiva.

De acordo com a PJ, apesar da medida anteriormente imposta, a mulher continuou a intermediar a venda fraudulenta de inscrições de imigrantes no Sistema Nacional de Saúde, recorrendo à colaboração de duas funcionárias de uma Unidade de Saúde Familiar, detidas em novembro.

Estas funcionárias, atualmente suspensas de funções, são suspeitas de atribuir indevidamente mais de 10 mil números de utente do SNS.

No âmbito da operação “Gambérria”, foram já detidas 16 pessoas e constituídas arguidas outras 27, entre as quais sete empresários, uma advogada e uma funcionária da Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

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  • Cadeia
    10 dez, 2025 Já 10:03
    A falta de penas e castigos exemplares, potencia a reincidência. Metam-nas na choça de onde só saem para ser julgadas e se condenadas imediatamente corridas de qualquer lugar que tenha a ver com o SNS, e vão ver como os crimes diminuem. Quanto às entradas fraudulentas é anular todas, como é obvio, e mesmo assim não paga o que já usaram indevidamente. Por algum motivo não se conseguem consultas no SNS: está tudo ocupado com os "migras" e Palops

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