Ouvir
  • Noticiário das 23h
  • 14 mai, 2026
A+ / A-

Crime

PJ detém 13 suspeitos que se faziam passar por inspetores para assaltos violentos

16 dez, 2025 - 10:48 • Olímpia Mairos

Grupo simularia buscas policiais, com recurso a mandados falsos, para pode aceder às casas das vítimas. Principal alvo eram moradias de luxo no concelho de Cascais.

A+ / A-

O mais recente balanço indica que 13 pessoas foram detidas esta terça-feira numa operação da Polícia Judiciária (PJ) contra um grupo organizado que se fazia passar por agentes daquela polícia para cometer assaltos violentos. O principal alvo dos suspeitos eram moradias de luxo no concelho de Cascais.

Em causa estão crimes de associação criminosa, roubo qualificado, sequestro agravado, usurpação de funções e detenção de arma proibida.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui

De acordo com o Correio da Manhã, o grupo atuava há pelo menos um ano e recorria a falsos mandados de busca, crachás e coletes semelhantes aos usados pela PJ, além de possuir armas verdadeiras. Os detidos têm ligações familiares entre si e arrecadavam elevadas quantias em dinheiro e bens de luxo, como relógios e pedras preciosas, posteriormente vendidos no mercado paralelo.

Durante os assaltos, as vítimas eram submetidas a agressões físicas e, em alguns casos, sequestradas pelos suspeitos, refere ainda o Correio da Manhã.

Foram emitidos vários mandados de detenção. As diligências incluíram também buscas domiciliárias em São João da Talha, no concelho de Loures.

A operação está a ser coordenada pela Unidade de Combate ao Terrorismo da PJ, com o apoio da Diretoria de Lisboa. Os detidos serão presentes a interrogatório judicial para aplicação das respetivas medidas de coação.

Ouvir
  • Noticiário das 23h
  • 14 mai, 2026
Saiba Mais
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque