Ouvir
  • Noticiário das 12h
  • 08 mai, 2026
A+ / A-

​Filas no aeroporto

Sindicato da PSP critica reforço da GNR no aeroporto. “Nada vai resolver”

31 dez, 2025 - 14:28 • Cristina Nascimento

Sindicato dos Polícias Portugueses considera que o Governo está a fundir PSP e GNR de forma “encapotada”.

A+ / A-

O Sindicato dos Policias Portugueses (SPP) critica a atuação do Governo na gestão do pessoal da PSP.

Em comunicado enviado às redações, o SPP garante que as recentes demoras registadas no controlo de fronteiras no aeroporto de Lisboa devem-se ao facto do sistema ser “mais demorado” e por não existirem “’boxes’ suficientes para que os tempos de espera não sejam significativos”.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui

O sindicato acrescenta que a PSP assumiu as funções de controlo de passageiros que antes eram da responsabilidade do SEF, mas que o “Governo não acautelou a formação de polícias adicionais”.

O SPP adianta ainda que, dada a falta de formação, foram retirados polícias às esquadras, “agravando carências já existentes”.

A nota refere também que o Governo aprovou o reforço da PSP na fronteira aérea com militares da GNR, considerando que a medida “inédita e que nada vai resolver” vem “confirmar o desnorte” do executivo, recordando que o controlo da fronteira é uma “competência legalmente exclusiva da PSP”.

A estrutura sindical considera que esta é uma forma “encapotada” de “criar uma polícia nacional, fundindo PSP e GNR” e sugerem que a GNR seja chamada a suprir outras faltas.

“Se a GNR pode reforçar os aeroportos, também devia poder colmatar as legais pré-aposentações dos polícias da PSP, mas isso não acontece porque o governo prefere continuar a explorar os polícias, sem interesse genuíno de reestruturar carreiras”, remata a nota.

Ouvir
  • Noticiário das 12h
  • 08 mai, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque