Lei laboral. CGTP promete que contestação vai aumentar se Governo não recuar
20 jan, 2026 - 07:20 • Hugo Monteiro , João Malheiro
Tiago Oliveira vai reunir-se esta terça-feira com Luís Montenegro. Antes da reunião, aponta que a CGTP "não aceita ser chantageada" e "tornar o muito mau em menos mau".
A CGTP garante que a contestação vai aumentar se o Governo não recuar na atual proposta de reforma da Lei Laboral, em negociação com os sindicatos.
À Renascença, o secretário-geral da central sindical refere que "todas as formas de luta estão em cima da mesa", recordando que já foram feitas várias manifestações e a greve geral de 11 de dezembro.
"A resposta dos trabalhadores está dada. Quem define o caminho que quer seguir é o Governo. Terá de ser o Governo a responsabilizar-se pelo que vem aí", aponta.
Tiago Oliveira vai reunir-se esta terça-feira com Luís Montenegro. Antes da reunião, aponta que a CGTP "não aceita ser chantageada" e "tornar o muito mau em menos mau".
A central sindical exige que o Governo retire o pacote laboral da mesa e esteja disponível para uma discussão para melhorar o mundo do trabalho.
"Agora, chantagens de: ou vocês assinam ou as coisas vão na mesma para a Assembleia da República, então não contem com a CGTP", reitera.
Questionado sobre os resultados das Presidenciais deste domingo, Tiago Oliveira sublinha que o candidato apoiado pela AD - Luís Marques Mendes - ficou em quinto lugar e acredita que "isto advém do aumento da contestação das políticas que este Governo tem implementado".
"Aquilo que Luís Montenegro tem de fazer é olhar para o rumo que tem colocado o país e que a contestação tem aumentado. Vamos ver qual será a posição do primeiro-ministro na reunião"; acrescenta.
- Noticiário das 4h
- 20 jul, 2026





