Rasto de destruição na Figueira da Foz e na Marinha Grande após a depressão Kristin
29 jan, 2026 - 09:22 • Olímpia Mairos , com Jaime Dantas , João Cunha
Repórteres da Renascença no terreno relatam estragos e trabalhos de recuperação.
No dia seguinte à passagem da depressão Kristin , milhares de pessoas continuam sem eletricidade, sem água e sem comunicações em várias zonas do país. No terreno, as equipas da Proteção Civil prosseguem os trabalhos de limpeza, remoção de destroços e avaliação dos danos, numa corrida contra o tempo para repor a normalidade.
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Na Figueira da Foz , os estragos são visíveis um pouco por toda a cidade. Pelos passeios, acumulam-se telhas partidas que caíram dos telhados dos edifícios durante a tempestade. No Jardim da Figueira da Foz, junto ao Mercado Municipal, várias árvores foram derrubadas pela força do vento.
Mais a Norte, na Marinha Grande, o cenário é descrito como de “verdadeira destruição” . À entrada da cidade, para quem sai da A8, os danos são evidentes: árvores tombadas, painéis publicitários no chão e partes de coberturas de edifícios arrancadas pelo vento e projetadas para a berma da estrada.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil registou 192 ocorrências relacionadas com o mau tempo entre as 0h00 e as 8h00 desta quinta-feira, com maior incidência nas regiões de Coimbra e Leiria.
Com várias frentes de trabalho ainda ativas, as autoridades sublinham a importância de a população respeitar as zonas interditas, seguir as orientações da Proteção Civil e reportar ocorrências que possam representar perigo.
- Noticiário das 5h
- 17 jul, 2026







