Mau tempo: Bombeiros de várias corporações a caminho das zonas mais afetadas
30 jan, 2026 - 09:30 • Lusa
De acordo com Elísio Pereira, as corporações de bombeiros são de zonas menos afetadas, de zonas mais próximas dos epicentros e também do sul do país para ajudar.
Bombeiros de uma dezena de corporações estão esta sexta-feira a deslocar-se para as regiões mais afetadas pela depressão Kristin, para ajudar as populações, disse fonte da proteção civil, referindo que durante a noite foram registadas apenas 22 ocorrências.
"Temos garantidamente cerca de uma dezena de corporações que estão em deslocação para a região de Leiria. Vão reforçar e ajudar as populações mais afetadas para tentar repor a normalidade o mais rápido possível", adiantou à agência Lusa Elísio Pereira, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
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De acordo com Elísio Pereira, as corporações de bombeiros são de zonas menos afetadas, de zonas mais próximas dos epicentros e também do sul do país para ajudar.
No que diz respeito à situação dos caudais de vários rios, que na quarta-feira causavam preocupação, tal como Mondego e o Sado, Elísio Pereira diz que a situação para já está controlada.
"Neste momento, não temos informação de alguma alteração relativamente ao dia de ontem [quinta-feira]. As situações estão controladas e a ser monitorizadas", indicou.
Quanto às ocorrências registadas durante a noite, Elísio Pereira referiu que "foi uma noite muito calma".
"Entre as 0h00 e as 7h00 foram registadas 22 ocorrências relacionadas com as condições meteorológicas em Portugal continental e sem gravidade. Neste momento, o objetivo é tentar repor, no mais curto espaço de tempo, a normalidade e ajudar as populações", disse.
Na quinta-feira, entre as 0h00 e as 23h59, Portugal continental tinha registado 2.050 ocorrências relacionadas com o mau tempo, com Coimbra, Oeste e Leiria a serem as regiões mais afetadas, adiantou fonte da Proteção Civil.
Num balanço à Lusa, fonte da ANEPC referiu que Coimbra foi a região mais afetada com 375 ocorrências, seguida do Oeste (221) e Leiria (201).
A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho. .
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade entre as 0h00 de quarta-feira até às 23h59 de dia 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.
- Noticiário das 5h
- 17 jul, 2026







