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Mau tempo: Governo reconhece dimensão "brutal" dos prejuízos e admite recorrer a apoio europeu

30 jan, 2026 - 12:41 • Lusa

Acompanhado por governantes nacionais e representantes da Comissão Europeia, António Leitão Amaro adiantou que ainda há geradores disponíveis e que a Proteção Civil fez "uma avaliação técnica" que concluiu que a capacidade de resposta nacional "era suficiente e ainda é" e, por isso, não se acionou o mecanismo europeu.

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O ministro da Presidência, que se deslocou hoje à Marinha Grande para ver os danos causados pela depressão Kristin, reconheceu que "a dimensão dos prejuízos é brutal" e admitiu recorrer ao fundo de solidariedade europeu para apoio à reconstrução.

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Acompanhado por governantes nacionais e representantes da Comissão Europeia, António Leitão Amaro adiantou que ainda há geradores disponíveis e que a Proteção Civil fez "uma avaliação técnica" que concluiu que a capacidade de resposta nacional "era suficiente e ainda é" e, por isso, não se acionou o mecanismo europeu.

Já no que diz respeito ao esforço de reconstrução que terá de ser desencadeado, o ministro admitiu o recurso ao Fundo de Solidariedade da União Europeia, um mecanismo financeiro criado para apoiar Estados-Membros da União Europeia em situações de catástrofes naturais graves.

Na comitiva que se deslocou hoje ao terreno seguem, além de Leitão Amaro, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e o comissário europeu da Energia e Habitação, Dan Jørgensen, acompanhados por autarcas locais e responsáveis das autoridades de emergência e proteção civil.

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