Mariana Fonseca
Enfermeira condenada por matar jovem no Algarve foi detida na Indonésia
06 mar, 2026 - 16:51 • Olímpia Mairos
Trata-se da enfermeira que matou e esquartejou um amigo com a ajuda da namorada, em Quarteira, no Algarve, em abril de 2021.
Uma cidadã portuguesa condenada a 23 anos de prisão por um crime de homicídio, e que se encontrava a monte, foi detida em Jacarta, na Indonésia, anunciou a Polícia Judiciária (PJ).
Trata-se da enfermeira que matou e esquartejou um amigo com a ajuda da namorada, em Quarteira, no Algarve, em abril de 2021. O corpo de Diogo Gonçalves, de 21 anos, foi espalhado por várias zonas do Algarve. Maria Malveiro, coautora do crime, foi encontrada morta na prisão de Tires, em Cascais, onde cumpria uma pena de 25 anos pelo homicídio em dezembro de 2021.
Em comunicado, a PJ refere que Mariana Guerreiro Fonseca tinha sido condenada a pena de prisão efetiva por um homicídio cometido em coautoria com outra cidadã portuguesa.
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“A cidadã portuguesa Mariana Guerreiro Fonseca foi condenada a 23 anos de prisão efetiva por um crime de homicídio cometido em coautoria com a cidadã nacional Maria Alexandra Malveiro Davidachwili”, indica a polícia.
Após a emissão de um mandado de detenção para cumprimento da pena, as autoridades portuguesas não conseguiram localizar a mulher em território nacional.
Perante essa situação, a Polícia Judiciária iniciou diligências junto de autoridades internacionais para tentar encontrar a condenada.
“Não tendo sido possível localizá-la em território nacional, a Polícia Judiciária desenvolveu várias diligências junto das suas congéneres internacionais tendo em vista a sua detenção”, refere o comunicado.
Detenção em Jacarta
A localização da mulher foi possível graças à cooperação internacional, em particular com a Interpol.
“Em estreita coordenação com o Gabinete Nacional Interpol, foi possível localizar e deter em Jacarta, na Indonésia, a cidadã Mariana Guerreiro Fonseca”, adianta a PJ.
A Polícia Judiciária está agora a tratar dos procedimentos legais para garantir que a mulher seja entregue às autoridades portuguesas.
“A Polícia Judiciária está neste momento a tratar dos procedimentos legais tendo em vista a sua extradição para Portugal a fim de cumprir a pena de prisão decretada pelos tribunais portugueses”, conclui o comunicado.
- Noticiário das 5h
- 13 mai, 2026








