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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade

08 mar, 2026 - 18:44 • Ana Catarina André

A manifestação convocada, este domingo, pela Plataforma Feminista contou com inúmeros alertas sobre o fenómeno da violência doméstica em Portugal. Os participantes – homens e mulheres de todas as idades – pediram também o fim da desigualdade salarial no País.

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Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
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Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
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Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença
Em nome da igualdade, centenas de pessoas desceram a Avenida da Liberdade. Foto: Ana Catarina André/ Renascença

Centenas de pessoas participaram este domingo, em Lisboa, numa manifestação a propósito do Dia Internacional da Mulher. Mulheres e homens de todas as idades desceram a Avenida da Liberdade, no centro da capital, pedindo maior igualdade entre todos, alertando para a realidade da violência doméstica em Portugal e exigindo “o fim do Patriarcado”.

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A Marcha pela Libertação de Todas as Mulheres – assim intitulada – foi convocada pela Plataforma Feminista, sob o mote “Enfrentamos o Fascismo, exigimos avançar”. “Este é o momento de acabar com a desigualdade salarial, de ter mais medidas de apoio para as vítimas de violência doméstica”, diz à Renascença Dejanira Vidal, porta-voz desta plataforma, acrescentando que em Portugal “ainda não existe uma plena e verdadeira igualdade”.

De acordo com a porta-voz, “nos últimos 50 anos tem havido avanços” nos direitos das mulheres, mas considera que atualmente a situação é preocupante. “Neste momento, estamos a assistir a recuos em direitos garantidos – ainda há muito a fazer”, alerta. E diz: “Estamos aqui também pelas condições em que, neste momento, as mulheres são tratadas nos hospitais, principalmente em emergências obstétricas e ginecológicas”.

Esta marcha contou com a presença de representes e líderes dos partidos de esquerda, entre os quais Isabel Mendes Lopes, do Livre, José Manuel Pureza, do Bloco de Esquerda e Inês Sousa Real, do PAN.

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