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Alimentação

Há menos cabrito nacional e está mais caro. "Pode haver rutura" na Páscoa

30 mar, 2026 - 06:30 • Cristina Nascimento

Alerta parte da Associação Portuguesa dos Industriais da Carne. Preço por quilo pode registar um aumento de dois euros.

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Pode faltar cabrito nacional nas mesas dos portugueses esta Páscoa. A hipótese é admitida pela Associação Portuguesa dos Industriais da Carne (APIC). A diretora-executiva Graça Mariano adianta também que, o que existir, será vendido a um preço mais elevado.

“Esta Páscoa é expectável que o cabrito chegue à mesa dos consumidores mais caro pelo menos dois euros por quilo, será variável consoante os supermercados e talhos onde adquirem”, diz à Renascença Graça Mariano.

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O aumento “surge por várias razões”, adianta a diretora-executiva da Associação Portuguesa dos Industriais da Carne. “Pela conjuntura atual que estamos a passar mundialmente, a questão da energia. Adicionalmente, temos questões sanitárias. A questão da doença da língua azul traz menor produção de animais vivos, menos carne, e naturalmente com mais custos, face às vacinas”, explica.

Apesar da subida de preço, Graça Mariano acredita que os consumidores vão fazer um esforço para manter tradições.

”Temos o cabrito estonado, cabrito no forno, há várias receitas que estimulam o consumo [de cabrito] e, nesta época festiva, há, claro, uma maior vontade de consumir e, de facto, os consumidores, apesar das bolsas apertadas, fazem um esforço para o adquirir”, antecipa a diretora-executiva da APIC.

Graça Mariano explica que os consumidores “apreciam mais o cabrito nacional” e antecipa que “poderá haver alguma rutura”.

Para evitar falhas, aconselha os consumidores a acautelar a compra “o mais cedo possível” e até que encomendem.

Não teremos a mesma a mesma quantidade disponível no mercado como tivemos no passado face a estas contingências”, remata.

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