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Finanças Pessoais

IRS 2026: Deco Proteste alerta para erros que podem reduzir reembolso ou aumentar imposto

01 abr, 2026 - 12:42 • Olímpia Mairos

Com novas regras e menor diferença entre retenções e imposto real, associação do consumidor recomenda atenção redobrada para evitar perdas financeiras.

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O período de entrega das declarações de IRS já está em curso, num ano marcado por mudanças relevantes e por um ajuste mais próximo entre as retenções na fonte e o imposto efetivamente devido. Neste cenário, muitos contribuintes poderão enfrentar reembolsos mais baixos — ou até ter imposto adicional a pagar, reforçando a necessidade de uma verificação cuidada antes da submissão da declaração.

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Perante este cenário, a Deco proteste sublinha a importância de uma análise cuidada antes da submissão da declaração, alertando que é fundamental garantir que a opção escolhida é a mais favorável possível dentro da legalidade.

Segundo a Deco Proteste, o IRS Automático não deve ser confundido com a opção mais vantajosa. Apesar de simplificar o processo, aceitar a proposta sem validação pode levar a perdas financeiras. Um exemplo comum: no caso de casais, o sistema assume por defeito a entrega separada, quando, em muitos casos, a entrega conjunta pode ser mais favorável.

Para apoiar os contribuintes, a associação de defesa do consumidor disponibiliza o irssimples.pt, uma ferramenta gratuita que permite simular diferentes cenários, confirmar despesas e identificar automaticamente a melhor opção — tudo em poucos minutos.

Entre as novidades deste ano, destaca-se que o IRS Jovem passa a estar incluído no IRS Automático. No entanto, nem sempre é a escolha mais vantajosa, sendo fundamental simular antes de decidir. Um erro pode prejudicar financeiramente jovens em início de vida.

Apesar da promessa de reembolsos mais rápidos, a Deco Proteste alerta que o aumento de contribuintes no IRS Automático e regras excecionais recentes podem causar atrasos.

Num cenário de maior exigência, a recomendação é clara: não aceitar automaticamente a proposta do Fisco. Simular sempre e decidir de forma informada. Porque, no IRS, a diferença entre verificar ou não pode valer dezenas ou centenas de euros.

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