Quatro suspeitos na Operação Imergente ficam em liberdade
29 mai, 2026 - 19:03 • Ricardo Vieira
Arguidos que tinha sido detidos ficam com a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
As quatro pessoas que foram detidas no âmbito da Operação Imergente vão ficar a aguardar o desenrolar do processo em liberdade, com Termo de Identidade e Residência (TIR), avança a RTP Notícias.
Os arguidos ficam sujeitos a outras medidas de coação, nomeadamente proibição de contactarem uns com os outros ou outras pessoas envolvidas no processo, decidiu o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça.
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Também fica impedidos de entrar em instalações autárquicas.
Os quatro detidos na Operação Imergente, segundo a imprensa, são Duarte Moral, Rute Reimão, Rui Pedro Nascimento e Emilio Vásquez Blanco.
Duarte Moral é o atual diretor de comunicação do Partido Socialista e foi assessor de António Costa no Ministério da Justiça e no Ministério da Administração Interna.
A Operação Imergente, desencadeada na quinta-feira, investiga alegados crimes no universo autárquico socialista.
Em causa estarão, alegadamente, crimes de prevaricação e participação económica em negócio, relacionados com contratos no valor de dois milhões de euros e a contratação de militantes socialistas.
“O inquérito tem por objeto principal a investigação de factos relativos a adjudicações por autarquias, cujo valor global ascende a quase dois milhões de euros, bem como a emissão de faturas para recebimento indevido, por dois suspeitos, de quantias de partido político”, indica o Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa (DIAP Lisboa).
Foram realizadas buscas na sede do Partido Socialista (PS), no Largo do Rato, em Lisboa, nas juntas de freguesia de Santa Maria Maior e Misericórdia, em Lisboa, e nas autarquias de Mafra, Oeiras e Amadora.
[em atualização]
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