Ouvir
  • Noticiário das 17h
  • 06 jun, 2026
A+ / A-

época balnear

Dois mortos e 108 salvamentos nas praias portuguesas em maio

01 jun, 2026 - 21:34 • Lusa

Foram também realizadas 67 ações de primeiros-socorros, indica a Autoridade Marítima Nacional.

A+ / A-

Dois mortos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas é o balanço que a Autoridade Marítima Nacional (AMN) fez do primeiro mês da época balnear de 2026, foi esta segunda-feira divulgado.

Em comunicado, a ANM registou "entre 1 e 31 de maio, 108 salvamentos, 67 ações de primeiros-socorros e duas vítimas mortais nas praias portuguesas, neste caso uma morte por afogamento e outra por doença súbita, ambas em praia marítima fora da época balnear".

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui

Um dos acidentes mortais ocorreu em 26 de maio, na Praia do Molhe Leste, em Peniche, no distrito de Leiria, devido a doença súbita numa zona balnear não vigiada pois o dispositivo de vigilância naquela praia decorre entre 1 de junho e 15 de setembro.

O outro registou-se em 28 de maio, por afogamento, na Praia do Dragão Vermelho, na Costa de Caparica, em Almada, distrito de Setúbal, onde a vigilância balnear também se realiza de 1 de junho até 30 de setembro.

A época balnear, a nível nacional, decorre entre 15 de abril e 31 de outubro, mas a maioria dos municípios inicia o período de vigilância a partir de 1 de junho, embora as autarquias sejam livres de começar a época balnear antes ou depois dessa data.

Segundo a AMN, além dos dois acidentes mortais em praias marítimas fora da época balnear, em maio não se registaram mais mortes em praias marítimas vigiadas e não vigiadas ou em outras zonas marítimas sem vigilância.

Uma vez que "existe ainda um número significativo de praias que não possuem qualquer sistema de vigilância ou apoio a banhistas", a Autoridade Marítima recomendou a frequência de "praias permanentemente vigiadas", "vigiar permanentemente as crianças" e "respeitar a sinalização das bandeiras, das praias e as indicações dos nadadores-salvadores, dos agentes da autoridade" ou de outros "elementos que reforçam a vigilância nas praias".

Os banhistas devem também "não se expor desnecessariamente ao risco", respeitar "os períodos de digestão e não entrar em águas frias de forma repentina, de forma a evitar choques térmicos abruptos", evitar "as horas de maior exposição solar (11:00-17:00)" e, "em caso de emergência, não entrar na água" e "chamar o nadador-salvador" ou ligar o 112.

De acordo com a portaria com a identificação das "águas balneares costeiras e de transição e das águas balneares interiores", para 2026, a Agência Portuguesa do Ambiente identificou 671 águas balneares em Portugal, das quais 523 no continente, 88 na região autónoma dos Açores e 60 na Madeira.

Ouvir
  • Noticiário das 17h
  • 06 jun, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque