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Operação Águas Turvas

Águas de Gaia: Dois arguidos em prisão preventiva e dois em domiciliária

02 jun, 2026 - 17:31 • Ricardo Vieira

Em causa na Operação Águas Turvas estão alegados crimes de abuso de poder, corrupção passiva, corrupção ativa e branqueamento de capitais.

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Dois arguidos na Operação Águas Turvas, que investiga crimes de corrupção na empresa municipal Águas de Gaia, ficam em prisão preventiva e outros dois em prisão domiciliária.

As medidas de coação foram reveladas esta terça-feira pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto.

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Os dois arguidos em prisão domiciliária ficam em prisão preventiva até estarem reunidas as condições para irem para casa com pulseira eletrónica.

Cinco arguidos ficam obrigados a pagar uma caução de 100 mil euros para aguardar o desenrolar do processo em liberdade.

Outros cinco suspeitos ficam em liberdade, mas com proibição de contactos com outros arguidos e com funcionários das Águas de Gaia.

Do lote de 14 arguidos, dois terão de entregar o passaporte e estão impedidos de viajar para a África do Sul e para o Brasil.

Em causa estão alegados crimes de abuso de poder, corrupção passiva, corrupção ativa e branqueamento de capitais.

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