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CGTP prevê “grande dimensão” na greve geral contra pacote laboral

03 jun, 2026 - 00:35 • Redação

CGTP antecipa forte adesão à greve geral contra o pacote laboral. Tiago Oliveira diz que os trabalhadores conhecem as medidas e querem travá-las.

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O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, antecipou uma forte adesão à greve geral desta quarta-feira convocada contra o pacote laboral, sustentando que os trabalhadores estão mobilizados para contestar as alterações propostas pelo Governo.

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Segundo o dirigente sindical, os trabalhadores estão conscientes das consequências das medidas em discussão e encaram a paralisação como uma oportunidade para expressar o seu descontentamento.

“Os trabalhadores sentem e estão conscientes daquilo que é o conteúdo do pacote laboral, sentem a necessidade de vir para a rua e aproveitar este momento que é a greve geral, um direito que é seu, um momento que é seu para se fazerem ouvir, para lutarem contra este pacote laboral, para derrotarem este pacote laboral”, disse Tiago Oliveira.

O secretário-geral da CGTP considerou que a organização está a preparar uma ampla jornada de contestação, alinhada com as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores ao longo dos últimos meses.

“Nós estamos a construir, de facto, um grande momento de luta e vamos construir esse momento respondendo àquilo que são as ambições dos trabalhadores”, afirmou.

Na sua intervenção, o dirigente sindical voltou a criticar o conteúdo do pacote laboral, argumentando que as alterações previstas representam um agravamento das condições de trabalho.

“Os trabalhadores conhecem aquilo que é o conteúdo do pacote laboral, algo que acentua a precariedade, algo que permite cada vez mais regular a vida de cada um de nós com os horários de trabalho, algo que ataca o direito à greve, que facilita os despedimentos”, disse.

O líder da CGTP enquadrou a greve geral na sequência dos protestos e ações reivindicativas promovidos nos últimos dez meses, apontando para uma continuidade da contestação ao Governo.

O secretário-geral da CGTP dirigiu também críticas à atuação do executivo, acusando-o de não valorizar as preocupações manifestadas pelos trabalhadores e pelas suas estruturas representativas.

“Aquilo que nós temos assistido por parte do Governo ao longo destes 10 meses é uma arrogância enorme, é uma prepotência enorme naquilo que é a leitura do que vem do mundo do trabalho, daquilo que vem dos trabalhadores”, disse Tiago Oliveira.

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  • Petervlg
    03 jun, 2026 Trofa 07:14
    Sr. Tiago Oliveira, o Sr. vive num pais irreal, quem faz greve, são os funcionarios públicos ou empresas que pertençam ao estado. o povo trabalhador, necessita de trabalho e dinheiro ao final do mês e não é assim que se consegue, a prejudicar o povo. Os sindicados são uma mina de ouro, onde cai dinheiro, sem fazerem nada, completamente nada.

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