Segurança
Cinco dos detidos durante a greve geral serão ouvidos por juiz amanhã
04 jun, 2026 - 09:01 • Liliana Monteiro , João Carlos Malta
A confirmação é dada à Renascença por fonte judicial. As detenções ocorreram após confrontos com as forças de segurança, na quarta-feira ao final da tarde.
Cinco dos seis detidos na sequência de confrontos com a polícia durante a greve geral, junto à Assembleia da República, serão presentes amanhã de manhã a juiz no Campus de Justiça, em Lisboa, para o primeiro interrogatório judicial, anunciou fonte policial à Renascença.
Entretanto, um dos detidos foi libertado. Os restantes detidos passaram a noite no Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. Os detidos têm idades entre os 22 e os 34 anos. Estão indiciados dos crimes de resistência e desobediência.
As detenções ocorreram após confrontos com as forças de segurança, na quarta-feira ao final da tarde, indica a PSP, que "neste momento não tem registo de feridos".
O superintendente Jorge Resende, da PSP, em declarações aos jornalistas na escadaria em frente ao Parlamento, disse que os manifestantes estão indiciados pelos crimes de desobediência e de resistência e coação sobre funcionário.
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Após o fim da manifestação da CGTP em dia de greve geral, pelas 16h15, um grupo de jovens permaneceu em frente ao Parlamento.
A tensão foi crescendo e começaram a ser arremessados objetos contra a polícia, que tentava reabrir a rua ao trânsito, pelas 17h50. Pouco depois, o grupo de manifestantes tentou cortar o trânsito e arremessou garrafas contra a polícia.
Entretanto nas redes sociais, o diretor-nacional da PSP, Luís Carrilho, escreveu no Facebook "uma palavra de apreço e agradecimento aos Polícias de Segurança Pública que zelaram pela ordem tranquilidade pública para que todos vivam em liberdade e segurança!"
[notícia editadas às 12h30]
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