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Vai à praia este verão? Ministra quer mapas à entrada para evitar confusões com guarda-sóis

05 jun, 2026 - 13:14 • Olímpia Mairos

Maria da Graça Carvalho defende que todas as praias tenham sinalização e mapas informativos à entrada, identificando as zonas concessionadas, áreas de segurança e espaços livres onde os banhistas podem instalar os seus chapéus-de-sol.

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A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, defendeu esta sexta-feira que todas as praias devem dispor de um desenho informativo à entrada, identificando de forma clara as áreas concessionadas, as zonas de segurança e os espaços de utilização livre, para evitar dúvidas e controvérsias sobre a colocação de chapéus-de-sol pelos banhistas.

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A governante falava aos jornalistas em Olhão, numa declaração transmitida pela RTP Notícias, na sequência da polémica gerada em torno da possibilidade de os utilizadores instalarem guarda-sóis em frente às concessões de praia.

Segundo Maria da Graça Carvalho, as regras atualmente em vigor são simples, mas é necessário reforçar a informação disponibilizada ao público. “Cabe às câmaras municipais fazer as concessões, os concursos e as concessões e publicitar qual é o seu plano de praia, tanto através de uma sinalética na praia como eu aconselho que haja um desenho à entrada da praia. Dizer, olha, este espaço é concessão, este espaço é segurança, tudo o resto é livre”, afirmou.

A ministra explicou que os banhistas não podem colocar chapéus particulares dentro das áreas concessionadas nem nas zonas de segurança, mas podem fazê-lo em todos os restantes espaços da praia.

A lei é esta, as regras são estas, são muito simples. Temos é de ter para cada praia o seu plano de praia e a sua sinalética”, sublinhou.

Maria da Graça Carvalho recordou que os planos de praia já estabelecem claramente os locais onde é permitida ou proibida a instalação de chapéus-de-sol. “Já se sabe que dentro da concessão e nas áreas que são de segurança, as pessoas individuais que não foram para a concessão não podem pôr os seus chapéus. Fora, podem pôr o chapéu”, esclareceu.

A responsável pela pasta do Ambiente salientou ainda que a existência de planos de praia e de sinalização adequada é uma obrigação legal, defendendo que a informação deve ser mais visível e acessível para evitar conflitos durante a época balnear.

Para a ministra, a solução passa por tornar mais evidente a delimitação dos diferentes espaços, permitindo aos utilizadores perceber de imediato quais as áreas reservadas às concessões, à segurança dos banhistas e aquelas que permanecem de utilização livre.

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