Notícia Renascença
Duplica o número de alegados incendiários em prisão preventiva
04 jul, 2026 - 08:00 • Liliana Monteiro
Dados avançados à Renascença pela Direção-Geral de Reinserção de Serviços Prisionais.
O número de incendiários em prisão preventiva duplicou, há mais condenados na cadeia e menos em internamento psiquiátrico, segundo dados avançados à Renascença pela Direção-Geral de Reinserção de Serviços Prisionais (DGRSP).
No final de junho, havia 54 condenados pelo crime de incêndio florestal a cumprir pena em estabelecimentos prisionais, mais 14 em relação ao período homólogo.
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Estavam nas cadeias portuguesas 30 presos preventivos, mais 16 do que em igual período do ano passado. O número mais do que duplicou.
Por outro lado, este ano há menos cinco inimputáveis em cumprimento de medida de internamento em instituição psiquiátrica.
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Em relação às penas e medidas de coação na comunidade, este ano há mais medidas em curso (13), mas também mais liberdades condicionais (6) e mais suspensões da execução da pena de prisão (105).
O verão, o período de maior número de incêndios, leva a medidas de vigilância também preventivas, de acordo com as informações da DGRSP.
A cumprir medida de coação com recurso a vigilância eletrónica (pulseira electrónica) estavam sete pessoas no final de junho.
A estas juntam-se mais nove condenados pelo crime de incêndio florestal que viram suspensa a execução da pena de prisão mediante uma medida de vigilância eletrónica.
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