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Coronavírus

Costa sobre alívio no Natal. "​Hoje, nunca nenhum de nós teria defendido aquelas medidas​"

19 jan, 2021 - 15:59

Primeiro-ministro respondia ao deputado do CDS Telmo Correia.

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Costa sobre alívio no Natal. "Hoje, nunca nenhum de nós teria defendido aquelas medidas​"
Costa sobre alívio no Natal. "Hoje, nunca nenhum de nós teria defendido aquelas medidas​"

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O primeiro-ministro, António Costa, reconhece que se a realidade da pandemia em dezembro fosse a atual o alívio de medidas permitido na época das festas de Natal não teria acontecido.

"Hoje, nunca nenhum de nós teria defendido aquelas medidas", disse o chefe do Governo na Assembleia da República, em resposta ao deputado do CDS Telmo Correia.

Neste debate, o deputado do CDS defendeu o encerramento imediato das escolas, sugerindo por exemplo o prolongamento do ano letivo, como medida de compensação.

O primeiro-ministro já havia afirmado que admitia fechar as escolas "se a estirpe inglesa da Covid-19 for predominante" no país.

Portugal atinge esta terça-feira um novo máximo diário de 218 mortos por Covid-19 desde o início da pandemia, avança o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

É a primeira vez que é ultrapassada a barreira das 200 vítimas mortais no espaço de um dia em Portugal.

Nas últimas 24 horas foram confirmados 10.445 novos casos de Covid-19, depois de uma descida verificada na segunda-feira.

Nos hospitais portugueses estão internados mais 126 doentes com Covid-19, num total de 5.291 pessoas. Em unidades de cuidados intensivos há 670 doentes, mais seis em relação ao balanço anterior.


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  • Americo Anastacio
    19 jan, 2021 Leiria 22:31
    I N C O M P E T E N T E Não chegaram as mortes de Pedrogão ?????? Insensivel.........
  • Maria Oliveira
    19 jan, 2021 Lisboa 22:22
    É vergonhoso o comportamento deste primeiro-ministro. Foi ele e o seu (des)Governo que assim decidiram. Apenas há que assumir responsabilidades. Morreram pessoas por negligência grosseira de quem assim decidiu.
  • Cidadao
    19 jan, 2021 Lisboa 20:16
    Parece a conversa do Pedro Passos Coelho e da Troika quando, após cortarem salários, Pensões, aumentarem impostos e reduzirem apoios sociais, face à onda de falências e por arrastamento a brutal subida de desemprego que essa política trouxe, diziam o mais cândidamente possível: "... não estávamos nada à espera desta subida tão dramática de desemprego...". Tal como nessa altura, não é preciso ser Catedrático, para perceber as consequências da política Seguida. Neste caso, de que num povo cansado de restrições, abrirem-lhe a porta da gaiola numa época de Festas, só podia dar para ver o pessoal a "dançar como se não houvesse amanhã". O governo e António costa, sabiam muito bem as consequências, mas preferiram salvar a Economia, que a Saúde. Agora, fazem-se de desentendidos, e surpreendidos como se não fosse nada com eles ...

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