Segurança Social em risco? "Não lhes liguem", ironiza Governo
27 mar, 2025 - 16:49 • Tomás Anjinho Chagas com Lusa
Leitão Amaro devolve críticas ao PS e afirma que os socialistas querem criar medo às pessoas por não terem ideias. Ministro rejeitou responder a questões relacionadas com a campanha ao dizer que "não confunde" o Estado com o PSD. O excedente deve ser aplicado de forma "virtuosa", defende o governante.
O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, pede aos eleitores para não ligarem ao que diz o líder do PS, Pedro Nuno Santos, que esta quinta-feira afirmou que o sistema da Segurança Social está em risco com a AD no poder.
No final do Conselho de Ministros, na sede do Governo, António Leitão Amaro acusa os socialistas de acenar com medo e de falta de propostas para esta área. O dirigente do PSD acredita que "quando faltam ideias, abundam invenções".
"O compromisso com a estabilidade e confiança da Segurança Social é sério. A quem quer agitar medos, simplesmente dizemos aos pensionistas portugueses, não lhes liguem, porque não têm mais nada para dizer", desfere o ministro da Presidência.
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Ucrânia: apoio de 221 milhões aprovado
Tal como tinha sido anunciado por Luís Montenegro em Paris, a verba de 205 milhões euros aprovada hoje em Conselho de Ministro para realização de despesa com a Ucrânia é parte do compromisso de 221 milhões para o conjunto do ano de 2025, e acresce aos 227 milhões de 2024.
Acordo para migração assinado na próxima semana
O ministro da Presidência adiantou ainda que o "Protocolo de Cooperação Para a Migração Laboral Regulada" deverá ser assinado na próxima semana, salientando que não se trata de uma “via verde para a imigração”.
Em causa está um acordo entre a AIMA e as confederações patronais para acelerar os vistos de residência para trabalhadores necessários na economia portuguesa.
“O conteúdo desse acordo está concluído e o essencial é que nós não estamos a criar uma via verde para a imigração. Este Governo fechou a porta escancarada que existia com manifestação de interesse ao abrigo da qual tentaram fixar-se em Portugal, apresentando pedidos de 440 mil pessoas”, realçou o ministro.
O ministro admite que há exigências na área da habitação, sem explicar quais, mas assegura que isto não significa deixar as portas escancaradas.
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